Há grande variação na frequência sexual das pessoas, o que pode ser fruto de diversos fatores, tais como a condição social e financeira, a rotina de trabalho e estudo, ou simplesmente a falta de libido.
Sabe-se, através de estudos, que os brasileiros tem frequência semanal de 2 a 3 vezes, o que seria negado pela grande maioria se isso foi perguntado abertamente. Boa parte das pessoas ainda aposta na quantidade, esquecendo que a mesma nem sempre é prazerosa à parceira(o). Os garotos, principalmente, acreditam que a virilidade está ligada ao sexo quantitativo, o que na realidade não diz muita coisa.
O desejo sexual entre os jovens é tão impulsivo que em alguns casos o ato ocorre em locais, digamos, no mínimo impróprios, como em Bom Retiro do Sul - RS, onde foi divulgado o vídeo de uma adolescente fazendo sexo oral, em seu suposto namorado, dentro de uma escola estadual.
O que se faz importante ressaltar é que não existe frequência correta ou o contrário. Desde que seja de comum acordo, saudável e prazeroso, o sexo pode ocorrer diariamente ou mensalmente.
Vale também lembrar da importância do uso do preservativo. O número de jovens precavidos vem crescendo com o tempo, e isso é muito louvável. Seja uma, duas ou dez vezes, use sempre camisinha! Você sabe o que você tem, mas não deve colocar a mão no fogo por seu parceiro (a).















Sexo é bom (ótimo diga-se de passagem) mas como você mesmo ressaltou Gustavo ele tem que ser com qualidade. E não necessariamente a quantidade é qualidade. Muitas vezes até é, desde que o casal seja maduro o suficiente para um conhecer um ao outro (e não conhecer, pois ha sempre o que ser desvendado num bom sexo).
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