#05: Visibilidade Trans

Confira na capa do mês de fevereiro da Revista Friday, uma entrevista sobre os desafios de uma pessoa trans, com a ativista LGBT Rebecka de França.

INTERNET: Mudanças, tecnologia e Google+

Confira algumas mudanças que o google+ realizou para agradar os usuários.

Conexão Canadá: Vancity- The Journey begins

Camila Trama nos conta um pouco de seu intercâmbio em alguns lugares do Canadá.

CINEMA: Sassy Pants

Rebeldia, insatisfação e as paixões fazem parte do cotidiano de todos os adolescentes, confira a resenha do filme Sassy Pants.

VITRINE: O universo feminino de Isadora Almeida

Inspirada por ilustrações de moda, estamparia e coisas que vê por aí, conheça o trabalho da ilustradora mineira Isadora Almeida.

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2 de outubro de 2013

#02: Comédia Barbada!

            Olá lindos leitores da Revista Friday! Hoje é um dia muitíssimo especial. Há quase um mês venho me segurando pra não contar a novidade e/ou não postar antes da hora. MAS CHEGOU O DIA!



            Dentre os meus amigos, não é surpresa para ninguém que eu sou (MUITO) fã dos Barbixas. Desde o primeiro vídeo que vi no YouTube eu fiquei maravilhada e em muitas das minhas noites de sábado – sabe aquelas em que todas as suas amigas resolvem sair com os namorados e você fica em casa sem ter companhia? – os vídeos do Improvável foram os salvadores da pátria. Sendo assim, acho que já dá pra imaginar como foi entrevistar os caras, né?
            Foram muitos e-mails trocados, muitas confirmações, respostas, perguntas, dúvidas e enfim a entrevista. Cheguei tremendo e saí tremendo. Como pode? Eu, atriz, que nunca desci do salto pra absolutamente nada estava ali, estática, sem saber o que falar. Mas respirei fundo pra me acalmar e fazer tudo bonitinho. Sem sucesso, claro.
            Eu tinha preparado uma pauta com mil perguntas e com o tempo fui cortando algumas que eu achava que não tinham a necessidade de estar ali. A única coisa que eu queria ouvir era “Uau, nunca nos perguntaram isso antes”. SIM, EU OUVI ISSO. Podem imaginar o tamanho do meu sorriso?
            Sem mais delongas, aí está a entrevista. Guys, sei que está longa, mas garanto que vale MUITO a pena! Está sensacional e desta vez não digo só como fã, mas como entrevistadora também. Com vocês, a segunda edição de Papo de Camarim com os Barbixas!



            Gostaria de agradecer MUITO a equipe maravilhosa que, como sempre, esteve por lá pra não me deixar surtar fazer com que tudo corresse às mil maravilhas! Agradecer também o Jirlan Gama, que me socorreu num momento de desespero e ajudou pra caramba (obrigada, seu lindo) e a Carol Magalhães, que registrou todo esse momento e me fez muito feliz ao ver as fotos (você definitivamente não podia faltar nessa entrevista)! Last but not least, queria mandar um muito obrigada do tamanho do mundo para a Lala Bradshaw, produtora dos meninos, que foi super gentil com a equipe e teve toda a paciência do mundo comigo. VALEU!

            E é claro: VALEU BARBIXAS! Após essa entrevista, minha admiração por vocês triplicou de tamanho. Simpáticos, lindos, fofos e humildes, do jeitinho que eu imaginava. Muitíssimo obrigada e até a próxima ;D



Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo - SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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5 de agosto de 2013

Estreia "Espelunca", em Ipanema/RJ

Com inspiração no cinema mudo, o Grupo Milongas se apresenta em Ipanema
Foto: Divulgação  
O Espelunca é um espetáculo de comédia inspirado no cinema mudo, que apresenta as desventuras de um dono de restaurante à beira da falência e a chegada de um único cliente, que não era bem o que se esperava. Levado ao som de chorinhos e sem nenhuma fala, o Grupo Milongas apresenta um espetáculo dinâmico e muito divertido.

“A estória se passa em um restaurante e por isso o Grupo Milongas decidiu levar o trabalho ao seu “lugar de origem”, proporcionando uma nova relação do espetáculo com o público” , destaca o autor e diretor Breno Sanches.
Foto: Divulgação
A partir do estudo da palhaçaria clássica e diretamente inspirado pela estética do cinema mudo, o Grupo Milongas desenvolveu Espelunca, um espetáculo de comédia física que explora as diversas possibilidades do jogo cômico em dupla. A história se passa em um tradicional e decadente restaurante, no qual o dono se desdobra em diferentes funções para salvá-lo da falência. A chegada de um cliente atrapalhado parece ser a chance de um dia ganho para os negócios, mas as coisas não acontecem exatamente como deveriam. A trilha sonora, em gênero chorinho, oferece ao público música brasileira da melhor qualidade, dando o tom para os acontecimentos em cena e colaborando diretamente no andamento da encenação.

Espelunca é uma comédia que não subestima o espectador e resgata um tipo de humor acessível a todos, garantindo momentos de diversão, emoção e, principalmente, graça”, afirma o autor e diretor.
Foto: Divulgação 
Um dos números do espetáculo ‘Espelunca’ inclusive rendeu para o ator e integrante do elenco Roberto Rodrigues a classificação no programa Prêmio Multishow de humor 2014, onde, ao lado de 23 concorrentes, disputa o título de a Nova Estrela do Humor Brasileiro e o prêmio de R$ 25 mil. 

A performance selecionada utiliza da linguagem corporal para encenar um bêbado em um bar e a inusitada relação dele com uma mesa e uma cadeira do estabelecimento, protagonizando momentos hilários e divertidos típicos do estilo clown e cinema mudo. Esse número somado a outras cenas pode ser conferido todas às segundas-feiras de agosto, às 20h, no Barthodomeu, em Ipanema.


Serviço: Temporada – 05, 12, 19 e 26 de agosto • Dia / hora: Segunda-feira, as 20h • Duração: 60 min Classificação: 12 anos • Local: Barthodomeu • Telefone: (21) 2247-8609 • Endereço: Rua Maria Quitéria, 46 - Ipanema • Entrada: R$ 30 (R$ 15 consumação + R$ 15 artistas) • Capacidade: 50 lugares.

Ficha Técnica: Direção e Dramaturgia: Breno Sanches • Elenco: Adriano Pellegrini e Roberto Rodrigues • Trilha Sonora: Adriano Pellegrini, Breno Sanches, Matheus Rebelo e Roberto Rodrigues • Edição de Som: Léo Brasil • Cenografia, Figurinos e Adereços: Arlete Rua e Thaís Boulanger • Assessoria de Comunicação: Lyvia Rodrigues.


Por: Gustavo Rodrigues e Lyvia Rodrigues
Email: gu@revistafriday.com.br

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12 de abril de 2013

Rain Man!


            Bom dia, boa tarde, boa noite! Lindos leitores da revista Friday, hoje vou comentar uma peça que estou louca para assistir e que fez o caminho inverso da maioria das grandes produções: Saiu da telona e veio parar nos palcos. Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre Rain Man.




            O filme conta a história de Charlie Babbitt, que no filme é interpretado por Tom Cruise (ui!), um egocêntrico vendedor de carros que não tem uma boa relação com o pai. Quando o pai morre, ele herda apenas algumas roseiras premiadas e um carro, enquanto um herdeiro misterioso fica com três milhões de dólares. Charlie então descobre que tem um irmão, Raymond Babbitt, interpretado por Dustin Hoffman, e este irmão está internado num hospital psiquiátrico. Autista, Raymond é capaz de realizar operações matemáticas com muita rapidez e precisão. Charlie ‘sequestra’ Raymond e pretende, a qualquer custo, conseguir a guarda do irmão.

            O filme é lindo, a história é linda e o Tom Cruise é lindo. Agora imagina isso num palco?
            Pois é, meus caros. A estreia foi no último dia 5 (sexta-feira), no Teatro Vivo, do ladinho do shopping Morumbi. No papel de Raymond, temos o Marcelo Serrado, que simplesmente ARRASOU como Crô em Fina Estampa. E no papel de Charlie, temos o lindíssimo Rafael Infante (um dos pré-requisitos pra fazer o Charlie: ser lindo), que é um dos humoristas fantásticos que fazem parte do elenco do ‘Porta dos Fundos’. E na direção, ninguém mais, ninguém menos que José Wilker! Sério gente, não tem como o espetáculo ser ruim.
            Como eu disse, a peça está em cartaz no teatro Vivo, que fica na Avenida Doutor Chucri Zaidan, 860. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro de terça a domingo das 14h às 19h, lembrando que as sessões rolam às sextas, sábados e domingos.


            Tá afim de algo mais barato e NESSE FIM DE SEMANA? Então aí vai mais uma hiper dica. Os comediantes do grupo teatral Parlapatões estão com uma nova montagem!


            “Em espetáculo criado especialmente para o Festival de Curitiba, os comediantes do grupo teatral Parlapatões encenam personagens do cartunista Angeli como Rê Bordosa, Meia Oito, Bob Cuspe, Bibelô, Moska e Os Escrotinhos, entre outros. Com trilha sonora do titã Branco Mello e direção do parlapatão Hugo Possolo, é uma revista rock’n roll que homenageia um artista mais ativo, criativo, polêmico, político, constante e muito importante da história recente do humor no Brasil.”
            Aos lindos e lindas que forem no sábado, provavelmente vão trombar comigo por lá! Sinceramente, é uma peça que vale muito a pena. O grupo teatral Parlapatões já tem 22 anos de estrada e fazem dos seus espetáculos uma experiência única.

Ficha Técnica
Roteiro e Direção: Hugo Possolo
Textos: Angeli e Hugo Possolo
Elenco: Raul Barretto, Paula Cohen, Hugo Possolo, Rodrigo Mangal e Hélio Pottes.
Trilha sonora: Branco Mello e Emérson Villani
Cenografia e Figurinos: Hugo Possolo
Iluminação e operação de luz: Reynaldo Thomaz
Vídeos e operação de vídeos: Zeca Rodrigues
Produção Executiva: Erika Horn
Coordenação de Produção: Raul Barretto e Hugo Possolo
Realização: Parlapatões / Agentemesmo Produções
Fotos apresentadas nessa matéria: Camila Possolo.

Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Alvares Cabral  
Portão 2  Ibirapuera - São Paulo
Dias 12 e 13 de abril
Sexta e sábado, às 21h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Venda também pelo site: ingresso.com.br

            Agradeço a assessora do grupo, a Dhaianny, pelo contato e muita merda pra esses lindos! Vamos lá gente, quero encontrar todo mundo lá! :D








Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo - SP
Email: anapaula@friday.com.br

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6 de fevereiro de 2013

Supercali... O que?


            Olá povo da Friday! Hoje eu vou falar de algo que fez parte da minha infância. O primeiro musical que vi na vida. Um dos mais divertidos que já apresentei. E o que sonho em apresentar profissionalmente. Hoje eu vou falar sobre a Mary Poppins.


            Mary, criada pela escritora australiana Pamela Lyndon Travers, é uma babá inglesa que aparece durante uma tempestade de vento para cuidar dos filhos do casal Banks. De acordo com o filme da Disney (que é muito, MUITO, diferente do livro) a babá chega voando logo após ler o anúncio de jornal de Jane e Michael, as crianças Banks, que procuram uma babá praticamente perfeita.
            Logo que chega, Mary, com toda a sua magia deixa todos boquiabertos, em especial as crianças, que passam a se comportar de um jeito muito melhor após a chegada da babá. Elas também conhecem Bert, um limpador de chaminés muito animado, que tem um amor platônico por Mary (esse amor é bem explícito na versão on stage, mas a babá deixa claro que não quer qualquer envolvimento, o que é uma pena, porque pra mim o Bert é um partidão).

Tá, e o que tem de legal? TUDO!




             Mary Poppins é uma babá mágica, tudo o que qualquer criança já sonhou. Em um determinado momento do filme, Mary, Bert, Jane e Michael entram numa figura desenhada no chão, e lá participam de uma corrida de cavalam, passeiam num bosque, brincam com pinguins... Poxa, quem não gostaria de entrar num lugar desenhado por você mesmo?!
            E por fim, a palavra. Já dizia Mary Poppins: “Quando tentar se expressar for deveras absurdo, tente ser espontâneo e diga supercalifragilisticexpialidocious!”. Você, que conseguiu ler, leu certo! São 18 consoantes e 16 vogais, que, colocadas em ordem, podem significar o que você quiser! Essa palavra tornou May extremamente famosa e fez com que pessoas como eu decorassem essa palavra até de trás para frente (sério!).

            A versão on stage é simplesmente fantástica. As danças são todas voltadas para o sapateado e na cena da música Step In Time, onde dançam todos os limpadores de chaminé, Bert sapateia de ponta cabeça, no teto. Lindo! Perfeito! YAY!
            No filme, Mary Poppins é interpretada pela lendária Julie Andrews e Bert pelo lindíssimo (e hoje octogenário) Dick Van Dyke. Tem como não amar?
            Deixo vocês com o vídeo de Step In Time, se estiverem sem paciência, avancem um minuto e aí sim começará o número. Bom espetáculo! ;D



            A versão on stage é simplesmente fantástica. As danças são todas voltadas para o sapateado e na cena da música Step In Time, onde dançam todos os limpadores de chaminé, Bert sapateia de ponta cabeça, no teto. Lindo! Perfeito! YAY!

            No filme, Mary Poppins é interpretada pela lendária Julie Andrews e Bert pelo lindíssimo (e hoje octogenário) Dick Van Dyke. Tem como não amar?


            Deixo vocês com o vídeo de Step In Time, se estiverem sem paciência, avancem um minuto e aí sim começará o número. Bom espetáculo! ;D







Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo - SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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11 de dezembro de 2012

Dzi Croquettes, o símbolo da contra cultura retorna ao palco


Imagem do documentário "Dzi Croquettes"

Em 1972 surgia o Dzi Croquettes. 13 homens de figuras andrógenas subiam ao palco trazendo, como eles mesmos afirmavam, “a força do macho e a graça da fêmea”, buscando uma liberdade de expressão em plena ditadura militar.

Os Dzi arrebataram plateias pelo Brasil e também no exterior, o espetáculo podia ser classificado como um musical, mas não igual a alguns que vemos hoje em dia pelo mundo. Um musical antropofágico, que misturava a comédia de costumes, com a androginia debochada e um forte apelo homoerótico. Os Dzi Croquettes desafiavam o entendimento dos militares e a censura imposta à época.

Agora, 40 anos depois os Dzi Croquettes ressurgem em com um novo elenco e um espetáculo inédito, o “Dzi Croquettes em Bandália”, Ciro Barcellos e Claudio Tovar que fizeram parte da formação original do grupo estão envolvidos com este novo espetáculo. Ciro assina a dramaturgia, a direção e também atua, enquanto Tovar assume a criação dos figurinos.

Para a criação deste novo espetáculo, Ciro colheu a partir da convivência com os novos integrantes do grupo, conceitos, imagens, métodos, teorias, gestos, sexualidade e questionamentos.

“Dzi Croquettes em Bandália” é inspirado no documentário “Dzi Croquettes”, jovens atores se reúnem decididos a viver uma experiência teatral baseada na filosofia do grupo que revolucionou o teatro brasileiro nos “Anos de Chumbo”. Para isso, se unem a um remanescente da formação original que assume a direção do novo grupo. Assim, lançam-se na aventura de viver em comunidade numa garagem abandonada e adaptada para se tornar o palco de suas performances, onde tudo pode acontecer em busca da preservação de uma causa ideológica. De encenações criadas a partir da vivência entre eles a um cabaré clandestino que funciona após a meia-noite, a montagem nos revela rapazes se divertindo no papel de michês que trabalham na árdua função para garantir o sustento do grupo.

Elenco do "Dzi Croquettes em Bandália". Crédito da foto: Zé Britto.

O espetáculo estreou no Rio de Janeiro no dia 26 de outubro e fica em cartaz até 6 de janeiro de 2013 no Teatro Leblon (Sala Marília Pêra). Se você ficou curioso em saber mais sobre os “Dzi Croquettes” existe um ótimo documentário dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez.

SERVIÇO do “Dzi Croquettes em Bandália”

“Dzi Croquettes em Bandália” – Estreia: 26 de outubro em cartaz até 6 de janeiro de 2013. Teatro Leblon (Sala Marília Pêra) – Rua Conde Bernadotte, 26 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ. Quintas, sextas e sábados às 21h e domingo às 20h. Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40,00 (meia) na bilheteria do teatro ou pelo site www.ingresso.com . Outras informações pelo telefone: (21) 2529-7700.

FICHA TÉCNICA

Produção Geral: Cristal Produções Entretenimento
Concepção, roteiro e direção Geral: Ciro Barcelos
Assistente de direção e roteiro: Radha Barcelos
Músicas, letras e texto: Ciro Barcelos
Colaboração de textos: Colaboração Coletiva
Direção Musical, vocal e arranjos: Demetrio Gil
Figurinista: Claudio Tovar
Participação na estamparia de figurino: Victor Dzenck
Coreografia: Ciro Barcelos e Kiko Guarabyra
Cenógrafo: Pedro Valério
Design de Luz: Paulo Medeiros
Design de Som: Washington Campos
Produção de Elenco: Radha Barcelos
Produção Executiva: Renata Fagundes
  
ELENCO
Bayard Tonelli, Ciro Barcelos, Cleiton Morais, Demétrio Gil, Franco Kuster, Kiko Guarabyra, Kostya Biriuk, Leandro Mello, Pedro Valério, Sonny Duque, Thadeu Torres, Wilson Procopio.

Por: Jorge Gumz
De: São Paulo - SP
Email: djorgumz@hotmail.com

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7 de novembro de 2012

Aqui No Mar ♪

            Olá leitores lindos da Revista Friday! Quarta é dia deeeeeee... TEATRO! Então, sem mais delongas, vamos ao que interessa. Hoje vou falar de uma das peças mais lindas, mais fofas, mais gracinhas e mais fantásticas peças que fizeram partes da sua infância e foram parar nos palcos. Estou falando de A Pequena Sereia.


            The Little Mermaid foi uma das animações mais vistas nos cinemas do mundo todo. A estreia do filme da Disney foi em 17 de novembro 1989 (nos EUA) e 15 de dezembro de 1989 (no Brasil), 30 anos depois do último conto de fadas, A Bela Adormecida. Já em 2001, o clássico foi adaptado para os palcos da nossa querida Broadway.

            Como todos conhecem, A Pequena Sereia conta a história de Ariel, uma jovem sereia que quer conhecer e explorar o mundo dos humanos (Eu quero estar onde o povo está, eu quero ver os homens dançando e caminhando em seus... Qual o nome mesmo? Ah, pés! – Part Of That World). Contra a vontade de seu pai, Ariel vai sozinha a superfície e acaba se apaixonando pelo príncipe Erik (Oh meu Deus, esperem um minuto. Ela está apaixonada, seu coração bate mais forte! – She’s In Love). Para conseguir ir atrás de seu amado, Ariel faz um acordo com Úrsula, a bruxa dos mares, que lhe concede pernas, em troca de sua voz. Contudo, para ter sua voz de volta, o príncipe tem que beijá-la dentro de um período de três dias (Não custará muito, somente a sua voz. Se você quer atravessar a ponte, você precisa pagar a taxa! – Poor Unfortunate Souls). Para evitar que Ariel ganhe o beijo do príncipe e para conseguir que ela se torne sua escrava para sempre, Úrsula se transforma numa humana e, com a ajuda da voz de Ariel, faz com que o príncipe se apaixone por ela. A pequena sereia tenta de todas as formas que o príncipe a beije, e conta, inclusive, com a ajuda de Sebastião (Parece que ele está tímido e não vai beijar a garota... Você vai perdê-la! – Kiss The Girl). A medida que o tempo passa, Ariel vai perdendo as esperanças de beijar o príncipe, enquanto Erik perde as esperanças de encontrar a dona da voz que ele tanto procura e Tritão, de encontrar Ariel (Ariel: Se ao menos fosse verdade, se ao menos por um instante, se ao menos você percebesse o quanto sofro por trás do meu sorriso... / Erik: Quando ela me olha, parece que o mundo para, como naquele dia à orla da praia! Mas aquela voz... / Tritão: Como ela consegue desaparecer completamente nas águas rasas? Já fazem dois dias e eu não sei para onde ela foi! - If Only).

            História linda, magnífica, fantástica! Juro, assisti o musical completo pelo youtube e fiquei completamente hipnotizada. Vale muito a pena! Mas, se você não quiser assistir pelo youtube, fica a dica:

Local: Teatro Maria Della Costa.
Dias e Horários: Sábados as 15h30 / Domingos as 15h30.
Duração da Temporada: Temporada: até 19/11/2012.
Valor do Ingresso: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia-entrada e crianças de 02 a 12 anos), R$ 13,00(antecipados até 01 hora antes).

             E para aquecer, vamos assistir If Only, uma música LINDA! ♥




Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo - SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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17 de outubro de 2012

Os Homens São de Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou!


            Olá lindos e lindas da Friday! Hoje eu vou falar sobre uma peça que vale muito a pena assistir. Essa vai para todas as mulheres que tem problemas com relacionamentos, que curtem comédias, que querem aprender um pouco mais, que pretendem se divertir bastante ou que reúnam todas as características. E é claro, homens também são permitidos na plateia, afinal, vocês vão acabar aprendendo um pouquinho mais sobre o universo feminino. A peça em questão é Os Homens São de Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou!

"Eu fiquei ali, agarrada na grade, tentando fazer xixi enquanto os mosquitos me comiam viva. Mas tudo bem, vamos praticar o desapego!"


            Mônica Martelli escreveu e atua SO-ZI-NHA nessa peça e, acredite, ela faz tudo isso impecavelmente. A peça trata de um grande dilema feminino: encontrar o grande amor. Claro que nem todas as mulheres vivem por isso, mas no caso da protagonista, Fernanda, isso é quase que seu motivo para respirar. Há a crítica de certos valores e comportamentos da sociedade, mas ela é mostrada de um jeito leve e cômico.
            Fernanda é uma mulher moderna, independente e bem sucedida e tem dificuldade em encontrar um homem que saiba compartilhar dessa liberdade. Ela tem 35 anos, é jornalista formada e trabalha organizando festas de casamento. Para ela, a vida sem amor é em preto e branco. A história começa dentro do consultório de sua psicóloga, a Bete. Lá Fernanda conta todas as suas histórias e, assim, conhecemos os amores da Fê. Ela também sofre de ansiedade e isso faz com que ela ganhe um ar neurótico e muitas vezes até mesmo psicótico. 

            Ao longo da montagem, Fernanda chega a conhecer melhor um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay. Uma das coisas mais legais da peça é que Mônica não sai do palco nenhuma vez! Ela usa um vestido que pode ser usado de várias formas e as mudanças temporais são feitas assim, mudando o vestido. Não é genial? Para que ela mude o vestido, há uma sutil mudança de luz, permanecendo somente as luzes de fundo acesas e, assim, podemos ver só a sombra da atriz.

            No site da atriz, podemos encontrar a descrição da peça. “Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado, mas para quem está solteiro não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final, só não sabe como.

            De uma forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente [assino embaixo, surpreende mesmo!], a peça fala do amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir das suas próprias desgraças.”

            Como de costume, vou deixar aqui um vídeo relacionado à peça! Mas esse vale muito a pena ver, porque aí sim vocês vão ter ideia do que eu tô falando! :D


            



Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo - SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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3 de outubro de 2012

Dos Palcos Para A Telona


            Senhoras e senhores, lindos e lindas, meu povo e minha pova, olá! Meu nome é Ana Paula e eu vim aqui pra falar de teatro! Hoje eu vou destacar três filmes muito bons que nasceram nos palcos! Vamos falar de O Auto da Compadecida, Chicago e Trair e Coçar É Só Começar.

O Auto da Compadecida


            O Auto da Compadecida é um dos filmes nacionais de maior sucesso e levou mais de 2 milhões de espectadores ao escurinho do cinema. O autor, Ariano Suassuna, escreveu a peça de teatro em 1957. Em 1999, a Rede Grobo exibiu uma minissérie baseada na história do mestre Suassuna e logo veio o convite para fazer o filme. E que filme!




            O Auto da Compadecida conta a história de João Grilo e Chicó, dois sertanejos muito pobres que vivem de trambiques e pequenos negócios para sobreviver no sertão nordestino. Em uma de suas jornadas, eles se envolvem com Severino de Aracajú, um temido cangaceiro. Uma história de drama e comédia que faz com que o espectador fique hipnotizado na cadeira. O destaque é pra cena do purgatório, onde João Grilo, o padeiro e sua esposa, o padre, o bispo e Severino estão sendo julgados por seus pecados e por fim só sobre João, que tem que pedir ajuda a Nossa Senhora para poder resolver seu problema.




Chicago



             Quem nunca assistiu Chicago, não sabe o que está perdendo. A peça foi produzida em 1975, escrita por Fred Ebb e Bob Fosse e suas raízes vêm da história de Beaulah Annan e Belva Gaertnet, duas mulheres acusadas de assassinato e absolvidas após um certo tempo.





            Chicago conta a história de Roxie Hart, uma dona de casa que sonha em ser uma grande estrela. Roxie é uma grande fã de Velma Kelly, uma estrela dos bares. Velma ganha ainda mais fama quando mata seu marido e sua irmã – amante dele – a sangue frio e vai para a prisão. Lá acaba encontrando Roxie, que foi presa por matar seu amante Fred. Começa então uma disputa de egos entre as duas, enquanto o advogado de ambas, Billy Flynn, tenta tirá-las da prisão. O destaque é para o número musical Cell Block Tango, que conta com as seis assassinas, inclusive Velma, que contam como assassinaram os seus maridos. (“Eu estava cortando o frango para o jantar. Então meu marido Wilbur entra na cozinha, louco de raiva e grita que eu estou dando para o leiteiro. E foi aí que ele correu em direção à minha faca. Ele correu em direção à minha faca dez vezes.”)




Trair e Coçar É Só Começar



           A peça é de Marcos Caruso e teve sua estreia em 1986, no Rio de Janeiro. Em 2006 a peça foi transformada em filme e acabou virando um filme muito bom! 



           Trair e Coçar É Só Começar conta a história de Olímpia, uma empregada doméstica muito intrometida, que coloca um condomínio grande de classe média/alta de pernas para o ar ao desconfiar que seus patrões são adúlteros. O destaque aqui não é pra uma cena, mas sim pra genialidade e simplicidade da coisa. O autor mistura tudo e dá um nó cego, mas no fim é só puxar uma das pontas para que tudo se resolva. Genial!






É isso gente, espero que tenham gostado! Vou continuar fazendo meus levantamentos sobre peças que viraram filmes para contar aqui para vocês. Até semana que vem (:




Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo - SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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19 de setembro de 2012

Tell Me More, Tell Me More!


                Olá lindas e lindos leitores da Revista Friday! Semana passada eu falei sobre um musical super conhecido, o Mamma Mia!. Agora, vou falar sobre um HIPER conhecido: Grease - Nos Tempos da Brilhantina.



            Grease é um musical de 1971, criado por Jim Jacobs e Warren Casey. A ideia do nome Grease veio das gangues de rua dos Estados Unidos nos anos 50 e 60, os greasers. Essas gangues tinham um estilo bem rebelde (não, não igual aqueles rebeldes mexicanos da TV) que se popularizou no país durante aquela época.
            Quando estreio na Broadway, em 1959, o musical era agressivo e vulgar. Contudo, as produções seguintes passaram a 'limpar' o espetáculo até deixá-lo como conhecemos hoje. Esse musical aborda temas como gravidez na adolescência, violência entre gangues, amor, amizade, rebelião juvenil, descoberta da sexualidade e até mesmo conflito de classes. Grease foi o 14º musical mais longo da Broadway, com 3388 performances.
            Grease - Nos Tempos da Brilhantina conta a história de Sandy, uma garota boazinha e virgem que começa a estudar na Rydell High School. Durante o verão, Sandy conheceu Danny, um garoto doce e sonhador que, por obra do destino, também estudava na Rydell. Ao encontrarem seus amigos, ambos passam a contar sobre o verão e seu encontro (Pink Ladies: Conte mais, conte mais, foi amor a primeira vista? / T-Birds: Conte mais, conte mais, ela foi até o fim? - Tell Me More). Acontece que os dois se reencontram e Sandy percebe que Danny não é bem aquilo que ela pensava que ele era e decide deixá-lo de lado. A moça então se junta com as Pink Ladies e vai à festa do pijama de Marty, enquanto os garotos roubam peças para o novo carro de Kenickie (Calotas cromadas, carburados envenedado, vai ficar demais! - Greased Lightinin'). Apesar de Danny viver pedindo desculpas a Sandy, ela se recusa a aceitá-las, embora ainda se sinta atraída pelo rapaz. No baile da escola, a moça vê Danny dançando com Cha-Cha num campeonato de dança (Elogiado e aplaudido quantinha tinha apena cinco anos, eu nasci para dançar! - Born To Hand-Jive). Apesar de Sandy se sentir traída, ela não consegue parar de pensar em Danny (Acho que meu coração não é o primeiro a se partir e meus olhos não são os primeiros a chorar. E não sou a primeira a perceber que não tem como esquecer você - Hopelessly Devoted To You). Não vou contar o final (mesmo que todo mundo já saiba!), mas digo uma coisa: não tem coisa mais fofa que esse musical!
            Não vou colocar Summer Nights porque é a mais famosa. Escolhi uma que eu, particularmente, adoro! We Go Together:


            Bom, Grease é um filme musical estilo A Lagoa Azul, todo mundo já viu pelo menos uma vez (mas como há sempre uma exceção, eu confesso: nunca assisti A Lagoa Azul. Pronto, falei!). O filme conta com Olivia Newton-John como Sandy e John Travolta como Danny e mais um elenco todo lindo e cheio de brilho, que fazem o musical ser incrível e memorável!





Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo - SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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