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9 de setembro de 2013

5 atitudes sustentáveis dos nossos avós

Foto: MIMOS DE MÃE/Flickr



Você não tem a impressão de que antigamente, no tempo dos nossos avós, apesar de tudo ser “menos caro”, as coisas eram mais controladas, difíceis e muito bem planejadas? Tudo tinha que ser bem cuidado, afinal de contas desperdício era dinheiro sendo jogado fora. E mesmo com essa tradição do: “temos que economizar mais” os levava -inconscientemente- a atitudes sustentáveis.

Eram coisas tão simples, que facilmente podemos levar para nosso dia a dia, sem precisarmos radicalizar. Podemos economizar e de quebra ajudamos a poupar o meio ambiente.

"Por que eu vou comprar água engarrafada, se eu posso pegar essa que sai da torneira?"

Foto: Klearchos Kapoutsis/Flickr



A água que sai da torneira passa por rigorosos controles de qualidade, até chegar a sua casa. Você sabe que
ela é captada em um rio ou lago de sua região e passa por vários tratamentos físicos, químicos e
biológicos, chegando potável até a sua torneira.

E a água da garrafinha? de onde ela veio? Qual é o tipo de tratamento? Há algum tratamento?

Se formos além da questão da qualidade da água, nos deparamos com o fato de que a indústria de águas
minerais possui grande geração de resíduos já que são fornecidas em garrafas PET, que demoram
centenas de anos para se decomporem e entopem bueiros e córregos. 

Além de um fato bem relevante, a água da torneira é mais barata do que a engarrafada.

“Tenho que regar a minha hortinha!”

Foto: miza monteiro/ Flickr
Aquela salada fresquinha com alfaces bem verdes, cenouras e tomates bonitos, (as vezes nem tanto, por serem orgânicos e sem aditivos) era o que você podia encontrar quando ia para a casa da avó. 

As vantagens de ter um “setor de frutas e legumes do mercado” na sua própria casa não são poucas. Além da economia e saúde envolvidos, há vários outros pontos, conforme já havia dito em outra oportunidade aqui na Friday.

“Corre, pega o balde que está começando a chover!”

Foto: CassioDias25/ Flickr
Cena típica, vários baldes cheios de água atrás da casa da avó, logo depois de uma chuva. A água da chuva é de graça, então por que não pegar um pouco dela e usar para lavar a calçada, o banheiro ou regar flores? Afinal de contas o processo é bem simples e a chuva faz todo o trabalho.

Hoje com a preocupação ecológica em grandes níveis, essa mesma água pode ser usada na alimentação de gados ou plantio em regiões de seca por meio de cisternas.

“Lava a mão que o almoço está pronto!”

Foto: ex.libris/Flickr
Temos que levar em consideração que as indústrias de alimentos, (fast foods e grandes restaurantes) desperdiçam grandes quantidades de alimentos.

Além disso, comer em casa ou levar comida de casa para o trabalho, faz você entender como essa atitude pode ser algo bem econômico.

“Não adianta pedir, eu não vou comprar besteiras!”

Foto:  Marooned / Flickr
Nossos avós evitavam ao máximo gastar dinheiro com coisas que não fosse de primeira necessidade. Algo que pode ser constatado até aqui, já que as atitudes comentadas neste texto não são necessariamente pensamentos em prol do meio ambiente, mas sim da necessidade que se tinha de economizar.

Comprar só o que é necessário, além de muito econômico, contribui com a diminuição do consumismo, que por sua vez, diminuem a exploração de recursos naturais, evitando assim, emissões de poluentes de fabricação, transporte, entre outros.

Pra finalizar, podemos tirar de conclusão com os nossos avós, que economizar faz bem para o meio ambiente e principalmente para o bolso.

Por: Marcel da Silva
De: Blumenau - SC
Email: marcel@revistafriday.com.br

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