#05: Visibilidade Trans

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INTERNET: Mudanças, tecnologia e Google+

Confira algumas mudanças que o google+ realizou para agradar os usuários.

Conexão Canadá: Vancity- The Journey begins

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Rebeldia, insatisfação e as paixões fazem parte do cotidiano de todos os adolescentes, confira a resenha do filme Sassy Pants.

VITRINE: O universo feminino de Isadora Almeida

Inspirada por ilustrações de moda, estamparia e coisas que vê por aí, conheça o trabalho da ilustradora mineira Isadora Almeida.

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17 de fevereiro de 2014

O desafio é a educação ambiental

       

      Já citei neste espaço, e não é novidade pra ninguém, que a palavra “sustentabilidade” está na moda e é utilizada como adereço a qualquer frase que envolva meio ambiente, oriundas da política ou discursos mundo a fora. Só que além dela, outros termos como “A preservação dos Recursos Naturais” e o “Desenvolvimento Sustentável” também foram “favoritados pela galera”. O que pode ser observado claramente é que quando não utilizada com palavra para discursos, de fato há uma certa preocupação com o meio ambiente, mas pouco tem sido feito com relação à conduta ambiental, ou seja, preocupam-se com os possíveis (futuros) problemas ambientais, antes mesmo de corrigir a atitude de quem o afeta. 

Aqueles que podemos chamar de nossos “termos favoritos” tem sua parcela de urgência e importância, mas antes disso o foco deve estar voltado a educação ambiental, pois ela é a questão chave para qualquer outro passo. É o ponto de partida. 

Moldar as crianças que estão iniciando a alfabetização, sua lógica e linha de raciocínio, alinhados as questões ambientais (e que isto faça parte de um estudo continuo), é de suma importância. Em resumo, o que deve ser feito é colocar a temática inserida a todos os outros conteúdos, já que o meio ambiente nada mais é do que um conjunto de interações físicas, químicas, biológicas e matemáticas, entre o homem e o que há ao seu redor; sejam prédios, árvores, animais ou outros seres humanos. 

O desafio neste momento é mostrar que educar ambientalmente é tão importante quanto o “ABC” ou a “tabuada do 9”. É necessário mostrar o que de fato é o meio ambiente e quais são as atitudes que devem ser tomadas para que não esgotemos nossos recursos. Quando chegarmos a um modelo de ensino que preconiza isto e faz da maneira correta, nem precisaremos mais nos preocupar com as atitudes dos cidadãos para com os recursos naturais ou o de que forma devemos desenvolver sustentavelmente, pois isto já estará no consciente de cada um.

      Com certeza, não é fácil alcançarmos modelos como este, em meio ao caos urbano que vivemos atualmente, mas este, ainda assim, é o modelo mais fácil para salvarmos nosso planeta de pensamentos errôneos, seja pela falta de instrução ou até mesmo de gente sábia, que se utiliza do desconhecimento da sociedade para garantir o seu “pé de meia”. Mas a que custo?

Por: Marcel da Silva
De: Blumenau - Santa Catarina
Email: marcel@revistafriday.com.br

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10 de dezembro de 2012

O Tripé da Sustentabilidade

Sustentabilidade é a palavra do momento. Está em todo lugar. Na mídia, nas escolas e universidades, no governo, nas promessas políticas, enfim, na sociedade de forma geral. Mas o foco total está nas empresas, pois são elas as maiores responsáveis pelas alterações no meio ambiente e por consequência, pelo desequilíbrio ambiental. Como resultado de ações errôneas, temos enchentes, desbarrancamentos, o tão debatido aquecimento global, chuvas ácidas, diversas contaminações, entre outras muitas catástrofes. O desafio da sustentabilidade é justamente fazer com que tenhamos um crescimento urbano, afinal de contas ninguém quer voltar a idade da pedra, o objetivo não é esse, mas que este crescimento seja feito de forma correta, sem que tenhamos que sacrificar os recursos naturais (água, flora, fauna, etc).

A sustentabilidade é formada por um tripé, logicamente seguido de três conceitos básicos, onde cada um desses aspectos deverá estar estritamente ligado e de forma bem definida. São eles: O Ambiental, o social e o econômico.

Sustentabilidade: A união dos aspectos ambientais, sociais e econômicos.


O Meio Ambiente equilibrado, mais do que um conceito é Lei, mantê-lo conservado é obrigação de todos, inclusive e/ou “com certeza” das empresas. Tratamento dos efluentes e resíduos gerados, controle de emissão de gases poluentes, entre outros, são ações necessárias e obrigatórias para qualquer empresa. Agora, uma empresa que deixa de fazer o que somente é exigido (Empresa Reativa) e vai além, buscando novas ideias, contribui de forma significativa com a sustentabilidade. Programas que visam a preservação da flora e fauna, educação ambiental, construção de prédios ecologicamente corretos e despoluição de rios, são exemplos de ações que superam os exigidos e contribuem significativamente com o meio ambiente.

A empresa que visa ser sustentável se preocupa com o Social, seja da comunidade ao seu entorno, seja com os seus colaboradores. Como por exemplo, ações que promovam a educação escolar tanto do profissional, quanto da família deste e ainda da comunidade de abrangência da empresa, programas de educação ambiental e responsabilidade social, incentivo ao esporte, ações que promovam a saúde e o bem estar, bem como, capacitação profissional (o que influência também nos aspectos de segurança no trabalho, já que um profissional instruído é menos suscetível a erros).

O Econômico também entra como um fator chave, já que ele é quem move a sociedade, em uma empresa não é diferente, é ele que irá barrar ou liberar investimentos nos dois aspectos já tratados anteriormente. Agora, se esta organização busca a sustentabilidade, ela irá investir em maquinários novos, o que inicialmente desprende de investimentos, mas retorna como economia, devido ao menor consumo de energia elétrica, por exemplo. A mesma empresa também irá investir em novas tecnologias para tratamentos de seus resíduos e em formas de se reutilizar o que sobra da sua produção e até a água, desde que não seja para o consumo. A questão é que a empresa deve estar aberta a investir para ter retorno posteriormente, bem como, estar aberta a divulgar os valores de seus investimentos, pois isto transmite transparência, e comprova que seu investimento realmente vai para o que se destina.

Com tudo o que foi dito pode-se observar que não são aspectos tão simples de se alcançar, pois envolvem investimentos (as vezes pesados) e mudança de cultura e paradigmas, o que é muito difícil na sociedade, já que em muitas organizações as questões ambientais são vistas como algo que não trazem lucro, somente despesas. É preciso mudarmos primeiramente este pensamento, para que só assim possamos pensar em sustentabilidade e, posteriormente, em desenvolvimento sustentável.

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Abraços! Até semana que vem!

Por: Marcel da Silva
De: Blumenau-SC
Email: marceljlsilva@hotmail.com

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