29 de junho de 2012

ESTREIA: Para Roma com amor


Woody Allen, apesar de ter raízes cinematográficas nova iorquinas, está numa fase de mochileiro. Após filmes em Londres, Barcelona e Paris, chegou a vez do cineasta apostar na Itália, com o filme “Para Roma, com amor” que chega esta sexta na sala dos cinemas brasileiros.


O filme nos coloca em contato com um reconhecido arquiteto americano revivendo sua juventude; um simples romano de classe média que de repente se transforma na maior celebridade de Roma; um jovem casal provincial cheio de encontros e desencontros românticos; e um americano diretor de ópera procurando colocar um agente funerário cantando no palco.


Diferente do último filme, “Meia noite em Paris”, este não mostra o lado cultural e romântico da cidade, mas sim obviedades e alguns conceitos sobre o que é Roma. Traz também quatro histórias diferentes, as quais, diferente de outros filmes como “Simplesmente amor”, não são interligadas.
Com um toque de comédia, “Para Roma com amor” é um filme pra quem gosta de historinhas românticas ou apenas quer apreciar um pouco esta bela cidade européia. Boa sessão!

Elenco: Alec Baldwin, Ellen Page, Roberto Benigni, Penélope Cruz, Jesse Eisenberg
Direção: Woody Allen
Gênero: Comédia
Duração: 111 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Ano: 2012

Por: Natália Farkatt
De: Natal - RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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4 comentários:

  1. Acho complicado resumir o filme como destinado à quem gosta de "historinhas românticas", ou à quem quer ver uma bela cidade como Roma. Na verdade, quem vai em busca de romantismo pode sair da sala de cinema desacreditado do amor.
    Woody Allen utiliza o mosaico em seu filme como uma maneira de explorar as múltiplas faces de Roma. Tantas e diferentes faces que você pode se perder (assim como é a própria cidade conhecida por suas ruas confusas e caóticas onde turistas sempre se perdem). Não só isso, Allen apresenta através de cada história alguns tópicos bem atuais e que de alguma forma se interligam como as banalidades da nossa mídia social, o verdadeiro artista frustrado que não é reconhecido, a sede e a superficialidade em busca de fama e a admiração desmedida por ícones cinematográficos. Tudo isso com muitas outras histórias acontecendo ao redor.
    Enfim, Allen parece explorar muito bem o que é a cidade de Roma, um lugar cheio de histórias para contar que só ela pode oferecer, mas faz isso sem esquecer de nos colocar para pensar! Nesse caso, refletir um pouco mais sobre como temos vivido nossas relações sociais diante da mídia.

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  2. Obrigada pelo comentário, Carlos Henrique!

    Bom, na época que escrevi o texto, ainda não havia assistido o filme, então me baseei no que havia lido sobre o filme e tentei ser imparcial. Gostei bastante da sua colocação, é sempre bom que exista essa interação entre quem lê e quem escreve. :)

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. De nada, Natália!

    Seu texto, com certeza, é um convite para os leitores irem assistir ao filme. Eu iria, sem dúvida.
    Continuarei acompanhando seus posts, pois adoro cinema e pela quantidade de postagens sobre o assunto creio que você também

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