30 de agosto de 2012

No Bar Sujo em 1987

A história de uma garota gostosa que teve um fim trágico.
Foi em um barzinho de New Jersey, no Réveillon de 1987. Ela estava lá, trabalhando com seu uniforme de garçonete: avental, saia justa e um belo decote, deixando a vista boa parte de suas lindas pernas e seus deliciosos seios. Ela queria juntar dinheiro para melhorar de vida, pagar um curso superior talvez...

Já depois da meia-noite, estando ali já a bem mais tempo do que deveria, já não tinha mais paciência pra aguentar ser incomodada pelos bêbados que a chamavam de gostosa e cada bandeja de pedidos que ela entregava, era obrigada a sentir as mãos sujas daqueles bêbados nojentos em seu corpo. Mas pelo menos dessa forma, ela ganhava uma grana extra.

Mesmo se sentindo desejada por todos os homens, ela havia se cansado daquilo tudo e estava exausta. A gota d’água foi quando um palhaço (literalmente - ele trabalhava de palhaço) lhe jogou em cima da mesa, passou a mão em sua bunda e arrancou sua calcinha fio dental, jogando-a para todos os outros caras do bar, demonstrando tamanha escrotice que um amigo que estava com ele, cujo apelido era “Blondie” e tinha um amor platônico pela garçonete, resolveu defendê-la. Resultado: os dois saíram no tapa, quebraram umas garrafas, e moça tirou o avental soltou um “pra mim chega!” e foi ao banheiro se trocar pra enfim sair daquele inferno e poder voltar pra casa.
Mas ela não voltou.
Na manhã seguinte ela foi encontrada: MORTA, violentamente estuprada e cheia de marcas de facadas pelo corpo...

 O assassino? Bem, 25 anos se passaram e ninguém sabe ainda...
Poderia ser o sujeito medonho vestido de palhaço, querendo terminar a investida grosseira, e a apunhalado quando essa se negou à satisfazê-lo?
Poderia ser o Blondie? Que apesar de ter boas intenções, estava tão bêbado quanto os amigos e poderia ter se irritado com uma rejeição, já que devia achar que seu ato de bondade deveria ser recompensado?
O dono do bar que não aceitou a garota deixá-lo sozinho no meio daquele caos?
Ou algum personagem que deixamos de fora? Alguém que já poderia ter alguma história com a moça e provavelmente a queria morta por algum motivo?
Suspeitos não faltam, já que a garçonete costumava fazer horas extras no banheiro, pagando deliciosos boquetes para os que estavam menos chapados e dispostos a pagar mais pelo serviço, ou então nos fundos do bar, sentada na mesa deixando alguém chupar seus peitos.

Esta é apenas uma introdução. Nas próximas semanas vamos retomar este caso de inúmeros ângulos, levantar inúmeras hipóteses, com todos os detalhes sórdidos...
E não há ninguém que queira mais do que eu, resolver este mistério.
Afinal..
Eu era a garçonete.

Por: Blood Mary
De: Inferno
Email: blood_mary@revistafriday.com.br

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Um comentário:

  1. Se ela morreu a vinte e cinco anos como vc pode ser ela e estar escrevendo no blog sobre sua história???

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