31 de agosto de 2012

Brave New World

Pois bem, chegamos à edição de estreia do artigo semanal musical legal visceral bacanal e original deste jovem rapaz que vos fala.

Devo admitir que passei alguns dias matutando sobre como sairiam essas matérias e como seria essa sessão, afinal, o que se pode esperar de um cara que ouve What’s Up – 4 Non Blondes enquanto busca inspiração? Pior, pra quem é lek piranha das internet e já andou dando uma boa fuçada na nossa querida revista eletrônica, vai notar que o autor do presente artigo se auto intitula “do rock n roll”, mas escreve isso aqui ouvindo ABBA.

- Injustiça, o player é que está em reprodução aleatória!


É isso mesmo, senhores. Mas, o fato é que, como diria minha amada vovozinha, o tempo ditará. Agora teremos muitas sextas-feiras gostosinhas juntos pela frente e nada nessa vida é linear, principalmente quando falta um dia pro fim de semana. Pode vir qualquer coisa pela frente. Podemos até falar sobre axé, pagode, funk e sertanejo por aqui, porque não?

- Mas Karlus, meu xuxuzinho norueguês com pistache, essa sessão não era sobre música?

Sim. Mas vá lá, nada nos impede de desviar do assunto um pouquinho. Hoje mesmo, inclusive e por exemplo, estava rolando uma conversa muito interessante com os coleguinhas da repartição. Falávamos sobre o fato de existir essa “nacionalização” dos problemas do mundo. De o zé povinho metido a pensador achar muito divertido dizer que no Brasil só faz sucesso artista apelativo, letras de duplo sentido e bundas balançando. É claro que Madonna, Britney Spears e 50 Cent, personalidades quase religiosas de tão pudicas, são exemplos de comportamento pras nossas criancinhas. 



Enfim, esse mundo tá de pernas pro ar mesmo. Mas vamos cortar esse papo moralista e voltar ao foco. Uma coisa que é possível garantir sobre esse meu cantinho na Friday (ou nosso, para os que se apegam mais rápido), é que não teremos regras. Você pode passar um mês lendo aleatoriedades sobre como os buracos que o Hetfield tem na cara se parecem com os meus, e se deparar, sem mais nem menos, com um artigo sério sobre a evolução do rock e sua influência na música mundial como um todo. Ou seja, é possível garantir que não garantimos nada. No fim das contas, não é essa a melhor forma de ser democrático?

Aguardem as próximas transmissões. Banzai.


Por: Karlus
De: Curitiba - PR
Email: karlus@revistafriday.com.br

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