Pois bem,
chegamos à edição de estreia do artigo semanal musical legal visceral bacanal e
original deste jovem rapaz que vos fala.
Devo
admitir que passei alguns dias matutando sobre como sairiam essas matérias e
como seria essa sessão, afinal, o que se pode esperar de um cara que ouve
What’s Up – 4 Non Blondes enquanto busca inspiração? Pior, pra quem é lek
piranha das internet e já andou dando uma boa fuçada na nossa querida revista
eletrônica, vai notar que o autor do presente artigo se auto intitula “do rock
n roll”, mas escreve isso aqui ouvindo ABBA.
-
Injustiça, o player é que está em reprodução aleatória!
É isso
mesmo, senhores. Mas, o fato é que, como diria minha amada vovozinha, o tempo
ditará. Agora teremos muitas sextas-feiras gostosinhas juntos pela frente e
nada nessa vida é linear, principalmente quando falta um dia pro fim de semana.
Pode vir qualquer coisa pela frente. Podemos até falar sobre axé, pagode, funk
e sertanejo por aqui, porque não?
- Mas
Karlus, meu xuxuzinho norueguês com pistache, essa sessão não era sobre música?
Sim. Mas
vá lá, nada nos impede de desviar do assunto um pouquinho. Hoje mesmo,
inclusive e por exemplo, estava rolando uma conversa muito interessante com os
coleguinhas da repartição. Falávamos sobre o fato de existir essa
“nacionalização” dos problemas do mundo. De o zé povinho metido a pensador
achar muito divertido dizer que no Brasil só faz sucesso artista apelativo,
letras de duplo sentido e bundas balançando. É claro que Madonna, Britney
Spears e 50 Cent, personalidades quase religiosas de tão pudicas, são exemplos
de comportamento pras nossas criancinhas.
Enfim,
esse mundo tá de pernas pro ar mesmo. Mas vamos cortar esse papo moralista e
voltar ao foco. Uma coisa que é possível garantir sobre esse meu cantinho na
Friday (ou nosso, para os que se apegam mais rápido), é que não teremos regras.
Você pode passar um mês lendo aleatoriedades sobre como os buracos que o
Hetfield tem na cara se parecem com os meus, e se deparar, sem mais nem menos,
com um artigo sério sobre a evolução do rock e sua influência na música mundial
como um todo. Ou seja, é possível garantir que não garantimos nada. No fim das
contas, não é essa a melhor forma de ser democrático?
Aguardem
as próximas transmissões. Banzai.
Por: Karlus
De: Curitiba - PR
Email: karlus@revistafriday.com.br















0 comentários: