Algumas pessoas vão se lembrar de um dos primeiros textos que publiquei aqui, falando sobre a Banda Violéte. Nele, eu falava também que eles estavam prestes a lançar um videoclipe, que seria o primeiro.
E venho aqui com todo o prazer do mundo divulgar o lançamento. Demorou mas saiu. Eles me enrolaram muito e me deixaram curiosa também, rs.
O videoclipe foi produzido por Nakamovie Filme e Fotografia, dirigido, filmado e editado por Bruno Nakamura, que fez um ótimo trabalho e com certeza conseguiu passar a mensagem que a banda gostaria e fazer a junção de imagem e melodia.
O clipe foi divulgado pela banda no comecinho dessa semana e já conta com mais de 400 visualizações. Eles merecem MUITO e digo isso não só musicalmente mas pessoalmente também. Só quem conhece sabe a garra que essas quatro pessoinhas possuem para lutar a favor daquilo o que querem.
Mas chega de blá blá blá e fiquem ai com o novo clipe da Violéte, "A Pressa".
Por: Mayara Munhós
De: São Bernardo do Campo - SP
Email: may.munhos@gmail.com
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Eis que em 2008 em Divinópolis (MG) uns caras tem a idéia de criar uma banda com a idéia de fazer um rock rápido e com muita energia, sempre tendo algo a mais para falar usando uma linguagem simples e direta, sem se limitar apenas as formas de amor que muitas bandas de hoje em dia estão acostumadas a tratar. E dai nasceu a Under Control, pelo Diogo “Dizzy” Araújo (vocal e guitarra) e pelo Bernardo “BG” Barreto (baixo). Obviamente não parou por ai!
Logo no começo já foram conquistando seu espaço na mídia, ganhando diversos prêmios e fazendo, em seus shows, a galera literalmente sair de controle.
E para mostrar que os caras são realmente sem limites, eles decidiram sair da terra do queijo para vir para São Paulo, em 2011. Dessa mudança, eles se juntaram ao Ronald “Sagazz” (baterista) e mais tarde ao Paulo (guitarra), seguindo hoje com essa formação. Para o batera “A banda precisava aparecer mais para o pais e em Minas já tinha conquistado um espaço bem legal, porém limitando-se apenas ao estado. A intenção é espalhar nossa música pelo pais e a mídia se encontra mais por aqui”.
Depois da junção, em 2011 mesmo eles lançaram o álbum “Faça Você Mesmo”, o que fez com que a banda tivesse ainda mais vontade de expandir o seu som por ai. Depois do lançamento do primeiro disco, o bateria diz que a relação deles com o público melhorou muito – “O público que já acompanhava a gente queria muito um álbum completo e quem ainda não conhecia, quando apresentamos alguns sons perguntam se tem mais. Para a mídia foi essencial também mostrar um trabalho completo. Nos abriu muitas portas para divulgação”.
Muitas coisas boas vieram com essa mudança, não só midiaticamente falando, mas pessoalmente. A união deles hoje é imensa. “A banda cresceu muito musicalmente, começamos a nos organizar mais, e como todos tem o mesmo objetivo pela banda tudo começou a fluir. Começamos a trabalhar para o crescimento, todos remando para o mesmo objetivo. Sonoramente pode se ouvir uma banda com mais pegada, bem rock!” – diz Ronald.
Under Control já participou de programas de grandes emissoras e teve seu segundo clipe “Entardecer no Quintal” seguido de uma entrevista na MIX TV e na MTV. Para o baterista, é um sonho realizado para a banda toda. – “Sempre assistíamos, vimos muitas bandas nascerem e crescerem por essas emissoras, então foi uma conquista grandíssima conseguir estrear nosso clipe na programação” -. Puta orgulho!
Eles estão aos poucos lançando o segundo álbum chamado “Faça Você Mesmo: De novo?” com alguns bônus e versões Acústicas que já estão sendo divulgadas: uma por mês. Só esperar o que vem por ai :)
É da expressão RootsRockReggae
que Onze:20 aposta no seu sucesso. E
essa super aposta tem dado certo! Formada pelos “comem quietos” Vitin (vocal),
Marlos (baixo), Lulu (guitarra), Fábio (bateria), Athos (teclados) e Chris
(guitarra), a banda Onze:20 aposta em algo que muitas outras bandas às vezes
esquecem: a união.
O nome já mostra,
já que tem super a ver com uma antiga banda do irmão do vocalista, que diz “Temos vários motivos para o nome, mas o
princípio da história é que a antiga banda do meu irmão queria fazer um clipe
que no fundo teria um relógio marcando uma hora fixa. Eles não sabiam que hora
marcar e fomos ajudando e decidimos 11:20. O clipe deles nem saiu, a banda
acabou, mas esse numero nos perseguiu em vários lugares. Ai para decidir o
nome, não tivemos como fugir”.
Os meninos saíram de Minas Gerais e decidiram arriscar aqui,
em São Paulo. Hoje em dia estão fazendo o maior sucesso em diversas rádios e o
mais legal: moram todos juntos em um apê. Para o Vitin, essa história de morar
junto, ao contrario do que pensam, ajuda muito mais a manter toda essa essência
que é a Onze:20. “É a nossa convivência,
nossa amizade! Moramos em oito pessoas num apartamento de três quartos.
Dividimos tudo, e nessa divisão vem as idéias e vivencias que são passadas em
nossas musicas. Somos sinceros com a gente, isso influencia no som que é
sincero com o público” – diz o vocal.
Mas nem tudo foi tão fácil! “Quando mudamos para Sampa foi muito
difícil, foi um divisor de águas, a partir do momento em que começamos a morar
juntos tudo mudou. Éramos oito pessoas diferentes em um espacinho dividindo
nossos sonhos, vidas e buscas, cada
um veio da sua casa com a sua mania... foi uma loucura e ainda é! Mas hoje somos uma unidade muito forte”. A ideia dos caras de mudarem pra São Paulo foi para buscar
novas oportunidades. Foi difícil no começo, como dizem ainda ser, mas com muita luta e enfrentando diversos desafios, eles
conseguiram reverter a situação e fazer com que seus problemas se tornassem a
solução para eles.
E se liguem que as oportunidades paulistas não foram poucas
não! Além de clipes, músicas, shows, rádios, eventos... Eles já tiveram a honra
de ver o skatista Bob Burnquist
subir ao palco e dançar ao som da musica deles. Mas não é para menos, viu? Quem
já conhece e quem ouve seu som sabe do que eu to falando. Ouvir e dançar
nesse caso andam lado a lado, é realmente envolvente. E o Vitin fala disso com
muito orgulho: “Acho que essa é a melhor
parte do nosso trabalho. Fazemos o que fazemos e passamos o que passamos para
quando vocês ouvirem nossas músicas poderem dançar felizes, seja com alguém do
lado ou sozinhos. O Onze:20 é isso. Alegria, festa... Não tem frescura com a
gente. O importante é fazer a galera dançar, cantar e sorrir. Esse feedback da
galera é sinal que a mensagem está chegando ai com a mesma intenção que ela sai
daqui”. Isso que é humildade! Não há nada como ouvir uma música que você sabe que é feita com muito amor.
Agora Onze:20 só tem a crescer. Teve um imenso “boom” na
mídia e isso é incrível quando se trata de pessoas que você realmente percebe
que correram atrás não só daquilo que querem mas do que amam. “Estamos trabalhando para expandir cada vez
mais nosso trabalho. Estamos muito felizes de conseguir levar nosso trabalho a
um numero maior de pessoas através das rádios. É um sinal de que nosso trabalho
ta tomando uma direção legal. O que nos move é ter um desafio a cada dia, nosso
objetivo é estar cada vez mais perto do público” – diz Vitin – “Essa é a essência do Onze:20. Nosso apoio
um no outro e a busca eterna. Estamos sempre nos desafiando em todos os
aspectos. Acho isso positivo”. E com certeza é muito positivo.
Hoje eles estão bombando com o sucesso “Meu Lugar”, que é a música dançante que eu falei, rs. E prometem bombar com muito mais!
Para quem não conhece, aconselho conhecer. E para quem já
conhece, com certeza vai concordar com tudo o que eu disse e ainda ter muito
mais a dizer. Boa sorte meninos e sucesso!
Pois bem,
chegamos à edição de estreia do artigo semanal musical legal visceral bacanal e
original deste jovem rapaz que vos fala.
Devo
admitir que passei alguns dias matutando sobre como sairiam essas matérias e
como seria essa sessão, afinal, o que se pode esperar de um cara que ouve
What’s Up – 4 Non Blondes enquanto busca inspiração? Pior, pra quem é lek
piranha das internet e já andou dando uma boa fuçada na nossa querida revista
eletrônica, vai notar que o autor do presente artigo se auto intitula “do rock
n roll”, mas escreve isso aqui ouvindo ABBA.
-
Injustiça, o player é que está em reprodução aleatória!
É isso
mesmo, senhores. Mas, o fato é que, como diria minha amada vovozinha, o tempo
ditará. Agora teremos muitas sextas-feiras gostosinhas juntos pela frente e
nada nessa vida é linear, principalmente quando falta um dia pro fim de semana.
Pode vir qualquer coisa pela frente. Podemos até falar sobre axé, pagode, funk
e sertanejo por aqui, porque não?
- Mas
Karlus, meu xuxuzinho norueguês com pistache, essa sessão não era sobre música?
Sim. Mas
vá lá, nada nos impede de desviar do assunto um pouquinho. Hoje mesmo,
inclusive e por exemplo, estava rolando uma conversa muito interessante com os
coleguinhas da repartição. Falávamos sobre o fato de existir essa
“nacionalização” dos problemas do mundo. De o zé povinho metido a pensador
achar muito divertido dizer que no Brasil só faz sucesso artista apelativo,
letras de duplo sentido e bundas balançando. É claro que Madonna, Britney
Spears e 50 Cent, personalidades quase religiosas de tão pudicas, são exemplos
de comportamento pras nossas criancinhas.
Enfim,
esse mundo tá de pernas pro ar mesmo. Mas vamos cortar esse papo moralista e
voltar ao foco. Uma coisa que é possível garantir sobre esse meu cantinho na
Friday (ou nosso, para os que se apegam mais rápido), é que não teremos regras.
Você pode passar um mês lendo aleatoriedades sobre como os buracos que o
Hetfield tem na cara se parecem com os meus, e se deparar, sem mais nem menos,
com um artigo sério sobre a evolução do rock e sua influência na música mundial
como um todo. Ou seja, é possível garantir que não garantimos nada. No fim das
contas, não é essa a melhor forma de ser democrático?
Aguardem
as próximas transmissões. Banzai.
Por: Karlus
De: Curitiba - PR
Email: karlus@revistafriday.com.br
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Quatro meninos e um sonho: subir no palco e fazer acontecer. Isso define o verdadeiro sentimento da banda
Honra. Com Diego (vocal), Pedro Maya (Guitarra), Lucas Bidran (Bateria) e
Junior (Guitarra e Back Vocal), é formada a banda Honra. E os caras vem fazendo
jus ao seu nome no cenário da música e mostrando a que vieram.
Todos os integrantes sentiram o
desejo por fazer música desde muito cedo. Mas foi com Diego e Júnior que tudo
começou, como nos conta Diego:
‘’Eu morava no mesmo condomínio do Junior, sempre fomos amigos desde
pequenos, e também estudava no mesmo colégio que o Pedro e o Lucas. Todos nós
sempre fomos apaixonados por musica, foi tudo muito natural, eles se conheceram
e ficaram amigos muito rápido, e não tivemos duvida montamos a banda e estamos
realizando esse sonho até hoje.’’
Hoje é impossível falar da Honra,
sem lembrar do novo videoclipe deles, Sonho Real, que já ultrapassa a marca de
120 mil visualizações no YouTube. Aliás, uma produção muito bem realizada, com
um jogo de luzes impecável!
E eles falaram sobre a gravação do videoclipe Sonho Real:
‘’Gravar o clipe de Sonho Real foi
incrível, uma experiência marcante, e agora pretendemos fazer muitos shows,
sonhamos em viver de musica, ter uma carreira consagrada e ir evoluindo até
sermos grandes músicos. ’’
E está
muito claro que nos dias de hoje a popularidade na internet, por meio das redes
sociais e do próprio YouTube, é o que tem levado muitas bandas para a TV.
Questionei os garotos sobre isso...
‘’Uma coisa leva a outra, muitas visualizações no youtube te
possibilitam mais chances de ir para a Mtv, e aparecer na televisão também te
possibilita mais visualizações no youtube.’’
Para mim é questão de tempo vermos o videoclipe Sonho Real na MTV. Seria algo que obviamente elevaria a trajetória da Honra a patamares altíssimos, porém reais.
Agora, na real... Foi uma honra ter você como
leitor e seria um sonho ver você na aqui na Friday novamente, mas pare de ler o
meu texto e veja logo Sonho Real!
Formada em 2010 em São
Paulo, a banda Terno Rei é formada por Ale
Sampaio (vocal e baixo), Bruno Rodrigues (guitarra), Gregui Vinha (guitarra e
teclados), Luis Cardoso (bateria) e Victor Tombo (percussão). A maioria deles são amigos de infância que sempre
tocaram e resolveram se juntar para iniciar um projeto novo e estão ai hoje. Quem não conhece
tem mais é que conhecer! O som dos caras chega a ser uma coisa gostosa de ouvir e eles apostam em
desenvolver um estilo próprio indo de sons que passam por Rock Alternativo, o
Folk e a própria música brasileira.
A banda já conta com dois EP’s: o EP 1 lançado em 2011 e o Metrópole,
em 2012. E dizem: - “Por enquanto, não pretendemos trabalhar em um disco
completo. Como somos uma banda independente, isso seria muito custoso para
todos os integrantes e, além disso, gostamos dessa pegada de lançar EP’s
menores, acho que vamos continuar fazendo isso. A ideia é lançar, sei lá, EP’s
de 4 a 6 músicas por ano, mas é claro que não descartamos a ideia de um CD
futuramente”.
As influências deles vão longe: Radiohead,
Meat Puppets, Africa Lá em Casa, Fugazi, Pixies, Nação
Zumbi, Polvo, Pavement... “São milhares! Cada dia que passa descobrimos bandas
novas, sempre!” – ressaltam.
Eu particularmente conheci o som deles em um show no
Hangar 110 em que Terno Rei era uma das bandas de abertura para o Rancore. Ao ouvir no
começo percebi que a galera realmente se envolvia no som e comecei a me envolver
também. Não me arrependo! Eles arrebentaram. O mesmo pessoal que tinha ido lá
para ver o Rancore, estava curtindo pra caramba os caras também.
E esse
negócio da galera curtir tanto o som de uma banda tão nova me intrigou
bastante, já que infelizmente muita gente tem a cabeça bem fechada para novos
tipos de músicas, mas com eles não, parece tão diferente, a galera aceita e
curte. A resposta que a banda tem com seu som e seus shows é incrível. “É
verdade, temos tido uma resposta muito legal, tanto do nosso público mesmo
quanto do público de outras bandas que estão nos shows” – dizem – “Acho que
hoje em dia é uma grande besteira ter a cabeça pequena para novos sons, com a
quantidade/variedade de materiais que temos acesso através da internet, você pode
conhecer muita coisa que antes não era tão acessível ou praticamente
inacessível. Cabe às pessoas levarem a música um pouco mais a sério para
pesquisar e procurar saber o que está rolando de novo por aí, caso se
identifique, corra atrás, vale a pena!” – completam – “Acho que esse lance de
trazer público é sempre positivo, quanto mais gente ouvindo a mensagem que
queremos passar, melhor, independente se curte reggae, rock, sertanejo,
forró... O cuidado que temos que ter apenas é não se prender em uma única cena
e ir cada vez mais expandindo o leque dos públicos”. E só com essas palavras
deles dá para perceber que não só a música deles é que é boa, né?
Todos devem estar se perguntando de onde surgiu esse
nome. Pois bem, eles dizem! “O nome veio
de uma das primeiras letras da banda. Botaram a ideia na roda em um ensaio
e todo mundo gostou pela sonoridade e originalidade, duas coisas que buscamos
muito nas músicas. Ou seja, não tem
nenhum significado proposital, mas achamos que cada um pode achar um
sentido na expressão”.
Para quem quiser assistir a um show deles, a banda toca
bastante em São Paulo “principalmente pelo fato de ser pequena ainda e
não ter oportunidade de tocar em outras cidades, mas temos muita vontade de
tocar pelo interior, Curitiba, Porto Alegre, Rio... Queremos tocar no Brasil
inteiro!” – dizem.
Galera, por essa semana é isso. E se liguem: –
“Em relação a videoclipe, estamos trabalhando nisso justamente agora. Deve sair
em breve, então, fiquem ligados”.
Uhul \o/
“O
nome da banda surgiu da palavra ‘Comando’, porém por questões de registro
precisou ser alterado e após algumas modificações passou a ser esse. O número 6
representa a simbologia que acreditamos e o que gostamos de pensar” – diz Bruno
Luiz, guitarrista da banda Command6,
e, para quem acha que o Metal está extinto, é porque ainda não os conhece. A
banda paulistana formada por Wash (vocal), Bruno Luiz (guitarra), Attillio
Negri (guitarra), Johnny Hass (baixo) e Bugas (bateria), trabalha para que o Metal vá além dos limites do gênero, tendo
grandes influências como Sepultura, Judas Priest e Slipknot.
Amigos há muito tempo, a banda que se
iniciou em 2008 teve constantes mudanças positivas tanto na amizade como no
profissional, como completa Bruno: “Já éramos amigos. O que muda constantemente
é a maneira de enxergar as coisas. Você precisa estar preparado para tentar
entender qual será o melhor caminho a se seguir pela frente. No começo, não
tínhamos o costume de pensar em tantas coisas além de tocar a melhor música que
podíamos”. Hoje em seus shows, procuram manter a amizade com os amigos ‘das
antigas’, tanto que sempre no final das apresentações o Bruno contou que sempre
rolam as típicas ‘jams’, em que eles convidam seus amigos para tocarem no palco
com eles. E ainda rola a convite para os amigos irem até os ensaios – “Nós
achamos extremamente necessário manter esse costume de praticar ‘covers’ nos
nossos ensaios, pois isso os torna mais divertidos” – diz Bruno.
Com apenas cinco meses de carreira,
os caras já lançaram logo seu primeiro material expressivo, o álbum
“Evolution?”, e para Bruno Luiz “O ‘Evolution?’ por si só, foi a maior porta
que conseguimos abrir! O que aconteceu depois disto foi consequência de um
trabalho em grupo e tentamos aproveitar cada momento aquela época”. As letras
das músicas desse CD são frutos da mente de Wash, que é louco por natureza.
Eles procuram passar nas canções um incômodo
e a vontade de provocar mudanças baseadas em política e filosofia.
Após
o lançamento do primeiro disco, a Command6 saiu em turnê por todo Brasil,
fazendo diversos shows em vários estados, o que fez com que a banda ganhasse
ainda mais fãs e sua página do Facebook passasse de mil curtir.
Além de tanto sucesso, a banda já
dividiu o palco com uma banda que, além de grande influencia, é grande ídolo
para os caras: Angra! E melhor do
que só dividir o palco, receberam vários elogios do Rafael Bittencourt
(principal compositor da banda) – “Não existe satisfação maior do que ser
reconhecido por um ídolo” – diz Bruno – “O Angra sempre será uma das maiores
bandas de Metal brasileiro e eu me sinto honrado por ter dividido o palco com
eles” – completa. E bota honra nisso, hein?
Command6 foi revelação em 2009 e, no
mesmo ano, participou da Expomusic,
tendo destaque em 2010 pela revista Roadie
Crew, além de terem feito parte da coletânea da Revista 77, participado do
programa Backstage (Kiss FM) e terem
sido entrevistados pelo site Whilpash
Net (que é especializado em Rock e Metal).
Mas eles ainda não param por aí e
pelo visto nem pretendem parar! “O que mais queremos agora é ter a oportunidade
de levar a nossa música para outras cidades do Brasil. Além disso, estamos
tendo mais contato com pessoas do exterior e é a nossa maior pretensão: levar o
Metal brasileiro para todos os lugares do mundo. Então temos bastante coisa
para fazer (risos)”. E com esse potencial e sucesso todo, é claro que a batalha
valerá muito a pena.
Hoje, a banda comemora quatro anos
na ativa e lança seu segundo álbum, o “Black Flag”, que está disponível para
download.
Antiga
Violet Shade e formada por Midi Gomes (vocal), Tiago de Paula (guitarra), Bruna
Daniele (baixo) e Caio Silva (bateria), a banda Violéte, de Santo André,
resolveu se reunir em 2010.
A banda antiga costumava tocar covers. Hoje, com seu primeiro
EP “Somos o que éramos”, eles procuram passar para quem ouve a sua essência
própria. Para a Midi, tocar música própria é uma evolução pessoal. “Saber que você tem capacidade de criar é
muito bom. Ainda mais quando você toca com pessoas mais do que especiais. No
começo é preciso tocar cover, mas chega uma hora que você precisa mudar. Tocar
som próprio é a evolução da sua alma”, diz a vocalista.
Creio que o mais legal da banda,
além do seu som, é o amor que vemos estampado no rosto de cada um deles. Violéte faz seu som porque realmente gosta e faz de tudo para se divulgarem ao máximo.
Na página pessoal de todos no Facebook, pode ver o quão empenhados eles estão
em divulgar e conquistar cada vez mais fãs, admiradores ou simplesmente mostrar
aquilo que fazem bem. Esse fanatismo pela própria banda faz com que eles
acreditem cada vez mais em crescer e se promoverem. “Continuo acreditando mais do que tudo, aguentando as pedras que surgem
no caminho e sempre me divirto com isso”, diz a Midi sobre sua vontade de
levar a Violéte para frente.
E eles não param por aí! Mais e mais
conquistas estão por vir. Além de um show marcado para o dia 24 de junho no
Hangar 110, hoje mesmo eles começam a gravação do primeiro videoclipe, “A
Pressa”, sua música de trabalho. Aproveitei para perguntar à Midi sobre isso. A
antiga Violet Shade já tem clipes gravados, mas em minha concepção, esse será
bem diferente. “Estamos felizes demais! É
diferente porque agora é uma parada mais pessoal, está ficando sério. Estamos
gravando o clipe de uma música que eu amo muito, nossa música de trabalho.
Hoje, apesar de ter que colocar um quilo de maquiagem para não aparecerem
minhas olheiras de tanta expectativa, estou contando os segundos! Vai ficar
muito bom. Aguardem!”. Então, vamos aguardar, né? Não tem como não gostar
deles com tanta simpatia e carisma.
Por: Mayara Munhós e Renan Pagliarusi - 8K Produções
De: São Bernardo do Campo, SP Email: 8kproducoes@gmail.com
Olá! Somos da 8K Produções. Aqui na Friday faremos uma coluna semanal sobre
bandas novas e também do circuito underground. Não podemos ficar por isso né? Nossa história é
a seguinte: a 8K é constituída de 11 membros, estudantes de Rádio, TV e
Internet da Universidade Metodista de São Paulo. Estamos juntos há quase um
ano! Nesse semestre estamos fazendo um trabalho sobre produção de videoclipes.
Não imaginávamos que esse tema nos abriria tantas portas, mas abriu, afinal
estamos aqui! A Friday achou nosso blog por aí e gostou. Sendo assim, nos
chamou para sermos um de seus colaboradores. Claro, aceitamos! E hoje estamos
começando. Os responsáveis pela coluna são a Mayara Munhós e o Renan Pagliarusi, respectivamente a diretora e o roteirista da produtora.
Tentaremos passar aos nossos leitores o máximo de informações e novidades sobre
bandas brasileiras que estão surgindo e até aquelas que já estão há um certo
tempo na estrada, mas não tem tanto espaço na mídia. Falaremos também sobre
seus integrantes, seus estilos de fazer música e também o dia a dia dessas
bandas. Também aceitaremos sugestões de bandas
conhecidas por vocês, podem nos enviar via facebook, e-mail ou comentando aqui
mesmo no post. Fiquem ai com o nosso contato e até semana que vem!