#05: Visibilidade Trans

Confira na capa do mês de fevereiro da Revista Friday, uma entrevista sobre os desafios de uma pessoa trans, com a ativista LGBT Rebecka de França.

INTERNET: Mudanças, tecnologia e Google+

Confira algumas mudanças que o google+ realizou para agradar os usuários.

Conexão Canadá: Vancity- The Journey begins

Camila Trama nos conta um pouco de seu intercâmbio em alguns lugares do Canadá.

CINEMA: Sassy Pants

Rebeldia, insatisfação e as paixões fazem parte do cotidiano de todos os adolescentes, confira a resenha do filme Sassy Pants.

VITRINE: O universo feminino de Isadora Almeida

Inspirada por ilustrações de moda, estamparia e coisas que vê por aí, conheça o trabalho da ilustradora mineira Isadora Almeida.

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3 de outubro de 2013

Eu Acho que já Ouvi!#4- Don't Worry be Happy de Bobby McFerrin

A "musica boa" é um termo popularmente usado para expressar a qualidade de um som. Os nossos ouvidos muito tem a agradecer pelo alento. Para ilustrar, dos cinco sentidos a audição é o primeiro a desenvolver-se no feto e o que permite o primeiro contato com o mundo. Contudo, essa sensibilidade pode ser equiparada ao nosso coração. Ao caminhar por ai cantarolamos, criando sons diferentes para imitar instrumentos musicais, assobios e batucadas na mesa de trabalho. Isso é arte! Voilà...
Exemplo os Beat Box que apenas com a vibração vocal reproduzem fielmente sons de instrumentos que vão desde metais a cordas e percussões.
  


Agora dá para imaginar um artista que transforma sua única voz em duetos ou trio?
É possível para Bobby Mc Ferrin, que nasceu no dia 11 de março de 1950 em New York. Esse cantor possui a habilidade de produzir sons rítmicos enquanto inala o ar para fazer os seus vocais em de grande criatividade. É filho de cantores de opera e a sua sina foi seguir esse mesmo caminho trabalhando como instrumentista, simulando diversas sonoridades.
Em 1988, McFerrin teve um grande sucesso com "Don't Worry, Be Happy" e ele ficou sem jeito com seu inesperado" boom" comercial, ganhando até o Grammy por ser um artista intrínseco. 

Essa canção retrata de uma forma simples, que a vida não deve ser encarada tão duramente. Ele aponta em cada estrofe situações do cotidiano que causa aborrecimentos e preocupações. É uma canção amiga que te faz pensar.  A tradução literal do titulo é " Não se preocupe, seja feliz". 
Fiquem agora com o vídeo e letra desse grande sucesso:




Don't Worry Be Happy


Here's a little song I wrote

You might want to sing it note for note

Don't worry, be happy



In every life we have some trouble

But when you worry you make it double

Don't worry, be happy



Don't worry, be happy now

Oo, ooo...



Don't worry, be happy(4x)

Oo, ooo...



Ain't got no place to lay your head

Somebody came and took your bed

Don't worry, be happy



The land-lord say your rent is late

He may have to litigate

Don't worry, be happy



Look at me, I'm happy



Don't worry........ be happy



let me give you my phone number

when you worry, call me I will make you happy



Don't worry...... be happy



Ain't got no cash, ain't got no style

Ain't got no girl to make you smile

Don't worry, be happy



'Cause when you worry your face will frown

And that will bring everybody down

So don't worry, be happy



Don't worry, be happy now

Oo, ooo...



Don't worry, be happy (4X)

Oo, ooo...



Don't worry, don't worry, don't do it, be happy

Let the smile on your face

Don't bring everybody down like this



Don't worry, people will soon pass

what ever it is



Don't worry, be happy



I am not worried, "I am happy"




Não Se Preocupe, Seja Feliz

(Tradução)


Aqui está uma pequena canção que escrevi

Você pode cantá-la nota por nota

Não se preocupe, seja feliz



Em toda vida existem problemas

Mas enquanto se preocupa você os duplica

Não se preocupe, seja feliz



Não se preocupe, seja feliz agora

Oo, ooo...



Não se preocupe, seja feliz

Não se preocupe, seja feliz



Não tem um lugar para deitar a sua cabeça

Alguém levou a sua cama

Não se preocupe,seja feliz



Seu senhorio diz que o aluguel atrasou

Ele terá que questionar em juízo

Não se preocupe, seja feliz



Olhe para mim, Eu sou feliz



Não se preocupe, seja feliz



Deixe me dar o meu telefone

Quando você se preocupar, me telefone eu te farei feliz



Não se preocupe, seja feliz



Não tem dinheiro e nem estilo

Não tem garota para fazê-lo sorrir

Não se preocupe,seja feliz



Porque quando você se preocupa sua face franzi

E isso leva todos para baixo

Então não se preocupe,fique feliz



Não se preocupe,fique feliz agora

Oo, ooo...



Não se preocupe,seja feliz

Oo, ooo...



Não se preocupe, não se preocupe, não faça isso ,seja feliz

Deixe um sorriso na sua face

Não deixe todos pra baixo



Não se preocupe as pessoas passarão logo

Seja o que for



Não se preocupe,seja feliz



Eu não estou preocupado, eu estou feliz
Por: Paloma Saints
De: Matão-SP
Email: p.saintslive@gmail.com

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5 de setembro de 2013

Eu Acho que Já Ouvi! #3- In my Defence- Freddie Mercury

Hoje presto uma singela homenagem a uma grande figura imponente da música de todos os tempos. Mesmo não estando mais aqui entre nós, Freddie Mercury deixou um legado incomensurável de músicas e inspirações para todas as gerações. Hoje (05/09) ele completaria 67 anos de idade se estivesse vivo. 
Sem mais delongas, para ilustrar este post, a canção In my defence traduz a batalha de uma espécie de guerreiro do bem onde as suas armas de defesa é a voz e melodia em meio a um mundo repleto de armas letais.

Daí paramos para pensar onde Mercury quis chegar com sua canção. A música pode ser pacificadora e uma arma e tanto de defesa pessoal. É onde em versos depositamos os nossos sentimentos e a  essência da alma. Como se fosse uma retórica dirigida ao publico com o intuito de cativar só que com melodia.  

E com a ilustração criada por mim, tradução e vídeo dessa canção que eu encerro este
post.
                       

"Mercury" Obra De Paloma Saints (2013) Direitos Reservados.








In My Defence

In my defence what is there to say
All the mistakes we made must be faced today
It's not easy now knowing where to start
While the world we love tears itself apart



I'm just a singer with a song
How can I try to right the wrong
For just a singer with a melody
I'm caught in between
With a fading dream



In my defence what is there to say
We destroy the love
It's our way we never listen
enough never face the truth
Then like a passing song
Love is here and then it's gone



I'm just a singer with a song
How can I try to right the wrong
For just a singer with a melody
I'm caught in between
With a fading dream



I'm just a singer with a song
How can I try to right the wrong
I'm just a singer with a melody
I'm caught in between with a fading dream



Caught in between with a fading dream (Twice)
Oh what on earth
Oh what on earth
How do I try
Do we live or die
Oh help me God
Please help me







Em minha defesa

Em minha defesa, o que há para falar?
Todos os erros que cometemos devem ser encarados hoje
Não é fácil agora saber por onde começar
Enquanto o mundo que nós amamos se parte ao meio


Eu sou apenas um cantor com uma canção
Como eu posso tentar corrigir o errado?
Pois sendo um simples cantor com uma melodia
Eu sou acertado em cheio
Com um sonho acabado


Em minha defesa, o que há para falar?
Nós destruímos o amor - nós somos assim
Nós nunca escutamos, nunca encaramos a verdade
Então, como uma canção passageira
O amor está aqui e depois desaparece


Eu sou apenas um cantor com uma canção
Como eu posso tentar corrigir o errado?
Pois sendo um simples cantor com uma melodia
Eu sou acertado em cheio
Com um sonho acabado


Acertado em cheio com um sonho acabado


Oh, o que é que há?
Oh, o que é que há?


Como devo tentar?
A gente vive ou morre?


Oh, me ajude Senhor
Por favor, me ajude



Por: Paloma Saints
De: Matão- SP
Email: p.saintslive@gmail.com


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20 de agosto de 2013

Eu Acho que Já Ouvi! #2- Baby, Can I Hold You?

Quem já se deparou naquela situação complicada onde a emoção teima em falar mais do que a razão?  Quando um pedido de desculpas não soa tão verdadeiro?  As palavras se perdem no ar, ficam sem sentido. Apenas um abraço é o único remédio para acabar com essas impressões insanas de sentimentos.


Tudo que eu citei ai em cima são conclusões do óbvio. Ao ouvir o rádio domingo de manhã, tocou uma canção que começa mais ou menos assim “Soorry.. Is all that you can say... lalala”.  Então hoje vou contar um pouco de quem está  por detrás desse hit famoso. A música "Baby, can I hold you"  é conhecida e executada em qualquer parte do mundo, mas ainda não ao ponto de saber quem canta de fato. Conheço gente que tem certos equívocos após ouvir, em relação a “identidade sexual” , digamos assim, do artista em questão.


Dona de uma voz grave muitas vezes confundida com a voz masculina, Tracy Chapmam é uma cantora de folk, blues e soul norte-americana. Desde criança ela toca guitarra e compõe. Com isso, teve a oportunidade de ingressar em um projeto chamado "A Better Chance", voltado a identificar nacionalmente crianças negras talentosas para o desenvolvimento acadêmico, o que lhe permitiu frequentar a Wooster School, em Connecticut, e posteriormente a Tufts University, em Medford (Massachussets).





Em maio de 2004, a Tufts University concedeu-lhe o título de doutora honoris causa em Belas-Artes, por sua contribuição como uma artista socialmente engajada e por suas realizações artísticas. Chapman tornou-se, depois disto, uma artista ligada à Anistia Internacional, participando da tour "Human Rights Now!".
 Segundo algumas fontes Chapman tornou-se uma das mais influentes artistas no meio universitário norte-americano nos anos 80.


A sua vida pessoal é um livro fechado e lacrado. Mas a autora ganhadora do premio Pulizer pelo best seller a "Cor Púrpura"  Alice Walker afirmou em uma entrevista que teve um relacionamento amoroso com Chapman. Ela explicou porque elas não deram publicidade ao relacionamento à época, dizendo que este "era delicioso e adorável, maravilhoso, gostei intensamente. Eu estava completamente apaixonada por ela, mas isso não dizia respeito a mais ninguém além de nós."
 

Pois bem, agora com toda essa informação vamos curtir alguns de seus sucessos. "Telling Stories", "Talkin bout a revolution" e "The Promise"

  
Tracy Chapman



                                                                           


Por: Paloma Saints
De: Matão-SP
Email: p.saintslive@gmail.com

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6 de agosto de 2013

Eu Acho que Já Ouvi! #1 - Estreando na Friday// Air Supply quem é?

Olá pessoal! ?Esta é a primeira vez que eu posto por aqui e sinto feliz pelo simples fato de estar escrevendo e exercitando os pensamentos.

Eu acho que já ouvi!" É o titulo que criei para representar os posts. Pretendo conduzir sobre música de uma forma interativa e reflexiva. O objetivo desse título, está no fato de várias vezes na vida, eu e como muitas pessoas também estar em um lugar rotineiro (supermercado, loja ou casa mesmo escutando um radio) e achar uma canção linda, maravilhosa, emocionante, F#%d@ e por ai vai... E por fim até dá uma “enrolada” para não sair do lugar até  o locutor anunciar nome da banda ou cantor. Muitas vezes há interferências no sinal, ou simplesmente a música se acaba. E aquele "love at first sound” fica trancafiado em sua memória emergido pelos "laiás- laíás" . Tenho uma boa noticia; mais cedo ou mais tarde aquela pesso... oops música misteriosa não será mais um segredo. Portanto estou aqui para falar daquelas canções que poucos conhecem quem está por detrás delas. Quem sabe aquela canção que irei abordar aqui não seja ou será o seu caso de amor ao primeiro som!

Foi o que aconteceu comigo quando com apenas 10 anos de idade, estava brincando em meu quarto até a vizinha ligar o rádio e tocar "I cant wait forever". Larguei os meus brinquedos na hora e fiquei próximo ao muro escutando. Minha mãe ao ver a cena perguntou:_ O que foi? Eu a chamei e pedi para que também prestasse atenção e logo indaguei:_ Mãe, Quem é que canta? Infelizmente, nem minha mãe sabia me dizer. E fiquei com essa obsessão. Até imaginava se era uma mulher ou homem quem cantava. Devido a voz potente e aguda. E depois de muito tempo que descobri comprando um cd de coletâneas,  o duo australiano "Air Supply".




"Air Supply" é formado por Graham Russel e Russel Hitchcock, que se conheceram nos ensaios para um musical de Ópera-Rock chamado “Jesus Christ Superstar” e se tornaram amigos. Seu repertório soft rock ou pop rock romântico é na maioria  composto pelo vocalista e instrumentista Graham Russell. O primeiro single da banda, "Love and other bruises" ,foi um sucesso e se tornou clássico na atualidade.


Após vários álbuns de sucesso como The Vanishing Race, News from Nowhere, the book of love, Air supply continua na atividade fazendo turnês mundiais e de grande público apreciador. A banda já esteve no Brasil diversas vezes, sendo a última em 2012.



Eu admiro demais o trabalho deles pois são canções envoltas de sentimentos e harmonia.



Uma curiosidade:  Graham havia visto o nome da banda em um sonho, uma gigante placa brilhante em luzes na qual lia- se “Air Supply”



 Então é isso pessoal, fiquem com algumas imagens e vídeos. Até a próxima!
Meus discos de vinil.


O duo australiano Air Supply.






Por: Paloma Saints

De: Matão- SP













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25 de junho de 2013

Não se fazem mais passados como antigamente #14 – Os bolachões (1)

Depois dessa semana complicadíssima em que trocamos a tradicional coluna musical pela cobertura dos protestos de São Paulo, estamos de volta. E estávamos sem assunto, ladies and gentlemen, então, como num passe de mágica, uma cesta de verduras apareceu na minha vista. Na verdade essa cesta está cheia de discos, e é sobre eles que vamos falar hoje.


A minha tal caixa de verduras...


Eles já foram o que havia de ponta na tecnologia musical. Até o anos 80, era questão de honra manter um pequeno acervo de discos em casa. Esse da foto acima é o meu, que comecei a juntar em 2010, e hoje conta com 79 discos, quase sempre de rock. Aqui, mexendo, tem Pink Floyd, Beatles, até um do Supertramp que tem uns peitos tatuados na capa. Pra quem quer começar uma coleção, aqui vão algumas dicas básicas que a gente vai aprendendo (algumas dicas foram feitas considerando que você esteja em SP. Outras são universais):

Defina o que você quer: A maioria das lojas é eclética, vendem qualquer tipo de disco. Mas existem lojas que tem suas especialidades. As lojas da Rua 24 de Maio (tanto a Baratos Afins, na Galeria do Rock, quanto aquelas do Boulevard Centro) se dividem em rock e nacional. As da Galeria Nova Barão, na Rua Barão de Itapetininga, são mais para o rock, metal e há uma especializada em funk. E certas lojas na região da Sé tem o repertório mais nacional e de cantores italianos. Antes de sair à caça, tente descobrir quais discos e autores você vai querer.

Um bom tênis ajuda: tirar um sábado pra andar pelas lojas é excelente. Faz bem pro corpo e pra alma – nem tanto pro bolso.  A maioria fica aberta até 18h ou 19h30 e podem prover horas e horas de pesquisa.

Leve dinheiro: tudo bem, parece óbvio, mas que fique entendido dinheiro como cash. A grande maioria das lojas passa cartão, mas levar dinheiro é uma chance de você ganhar um desconto decente.

Aprenda a chorar: tente sempre levar mais de um disco por loja. Quando você faz aquela pequena montanha no balcão do caixa e pede um desconto, tente insistir o máximo possível que normalmente dá resultado. Só não banque o maricas e chore de verdade.

Peça pra testar os discos: a grande maioria das lojas do centro possui um toca-discos em algum canto. Então, quando você ver aquele disco do Led Zeppelin que você tanto queria por R$10, naturalmente suspeite e peça pra dar uma rodada em uma música ou outra. Ninguém considera isso um problema.

Se prepare pra desembolsar uma grana se quiser ter os clássicos: O primeiro disco que eu comprei foi o Brothers in Arms, do Dire Straits, lá em 2010 ainda. Paguei 5 reais. Mas o mercado de discos cresceu tanto que o mesmo disco hoje vale 25. Por isso considere o disco como uma verdadeira peça.  O mais caro que já cheguei a pagar foi um disco do Derek and The Dominoes, duplo e importado. 95 reais depois de uma hora de barganha.


Por R$50, com os encartes e tudo. 
Saiba que os discos iguais podem custar preços diferentes: “nossa, mas são discos, redondos, quase sempre pretos, mas por que variam tanto de preço?”. Explica-se: os nacionais são mais baratos do que os importados (que não são feitos de plástico reciclado).  Os japoneses são impecáveis, quase sempre sem riscos e com capas bem cuidadas e dezenas de informações extras (em compensação custam em média R$100). Além disso, riscos ou o estado de conservação da capa contribui com o preço.

E finalmente, mas não menos importante
:
Nada disso tudo importa se você não tiver uma droga de um toca-discos: mas isso falemos outro dia.

*

Enfim, essas são as dicas de uma atividade que emagrece, que alegra a garotada e que deixa o banco ainda mais feliz com seu limite do cheque especial. Agora é sair e tomar as ruas para aproveitar!


Por: Guilherme Mendes
De: Carapicuíba-SP
Email: guilherme@revistafriday.com.br

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1 de janeiro de 2013

iFriday - Adeus Ano Velho


  Eae, galera, como é que estão vocês?! Depois de muito tempo fora do ar, hoje o iFriday está de volta. Já que todo mundo tá em clima de retrospectivas, a nossa lista de hoje será com as músicas que mais fizeram sucesso no ano de 2012.


  Num clima bem descontraído, e com um visual bem à vontade, os caras do LMFAO tiveram grande destaque nas paradas musicais com "Sexy and I know it".




  Lançada como parte do quinto álbum de estúdio da cantora Kelly Clarkson, "Stronger (What doesn't kill you)" ocupou o topo das paradas musicais por três semanas, mas ganhou ainda mais destaque ao ser interpretada pelo elenco de Glee.




  Até então, não tão conhecidos do grande público, os caras da banda Fun gravaram "We are young" em parceira com a cantora Janelle Monáe e garantiram o primeiro lugar na billboard hot 100 por seis semanas consecutivas.




 Outra parceria que deu certo, foi do cantor Gotye com a cantora Kimbra. A música "Somebody that I used to know" permaneceu no topo da billboard por oito semanas consecutivas, além de vender mais de 5 milhões de cópias nos EUA.




 Fechando o iFriday de hoje, fica a música mais "chiclete" deste ano. Afinal de contas, quem nunca cantou na balada "Hey, I just met you, and this is crazy, but here's my number, so call me maybe?"



Por: Renan Amorim
De: Diadema-SP
Email: renan@revistafriday.com.br

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19 de setembro de 2012

UNDER CONTROL


Eis que em 2008 em Divinópolis (MG) uns caras tem a idéia de criar uma banda com a idéia de fazer um rock rápido e com muita energia, sempre tendo algo a mais para falar usando uma linguagem simples e direta, sem se limitar apenas as formas de amor que muitas bandas de hoje em dia estão acostumadas a tratar. E dai nasceu a Under Control, pelo Diogo “Dizzy” Araújo (vocal e guitarra) e pelo Bernardo “BG” Barreto (baixo). Obviamente não parou por ai!

Logo no começo já foram conquistando seu espaço na mídia, ganhando diversos prêmios e fazendo, em seus shows, a galera literalmente sair de controle.

E para mostrar que os caras são realmente sem limites, eles decidiram sair da terra do queijo para vir para São Paulo, em 2011. Dessa mudança, eles se juntaram ao Ronald “Sagazz” (baterista) e mais tarde ao Paulo (guitarra), seguindo hoje com essa formação. Para o batera “A banda precisava aparecer mais para o pais e em Minas já tinha conquistado um espaço bem legal, porém limitando-se apenas ao estado. A intenção é espalhar nossa música pelo pais e a mídia se encontra mais por aqui”.



Depois da junção, em 2011 mesmo eles lançaram o álbum “Faça Você Mesmo”, o que fez com que a banda tivesse ainda mais vontade de expandir o seu som por ai.  Depois do lançamento do primeiro disco, o bateria diz que a relação deles com o público melhorou muito – “O público que já acompanhava a gente queria muito um álbum completo e quem ainda não conhecia, quando apresentamos alguns sons perguntam se tem mais. Para a mídia foi essencial também mostrar um trabalho completo. Nos abriu muitas portas para divulgação”.

Muitas coisas boas vieram com essa mudança, não só midiaticamente falando, mas pessoalmente. A união deles hoje é imensa. “A banda cresceu muito musicalmente, começamos a nos organizar mais, e como todos tem o mesmo objetivo pela banda tudo começou a fluir. Começamos a trabalhar para o crescimento, todos remando para o mesmo objetivo. Sonoramente pode se ouvir uma banda com mais pegada, bem rock!” – diz Ronald.

Under Control já participou de programas de grandes emissoras e teve seu segundo clipe “Entardecer no Quintal” seguido de uma entrevista na MIX TV e na MTV. Para o baterista, é um sonho realizado para a banda toda. – “Sempre assistíamos, vimos muitas bandas nascerem e crescerem por essas emissoras, então foi uma conquista grandíssima conseguir estrear nosso clipe na programação” -. Puta orgulho!

Eles estão aos poucos lançando o segundo álbum chamado “Faça Você Mesmo: De novo?” com alguns bônus e versões Acústicas que já estão sendo divulgadas: uma por mês. Só esperar o que vem por ai :)

CONHEÇA A UNDER CONTROL

Por: Mayara Munhós
De: São Bernardo do Campo - SP
Email: may.munhos@gmail.com // 8kproducoes@gmail.com

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5 de setembro de 2012

ONZE:20



É da expressão RootsRockReggae que Onze:20 aposta no seu sucesso. E essa super aposta tem dado certo! Formada pelos “comem quietos” Vitin (vocal), Marlos (baixo), Lulu (guitarra), Fábio (bateria), Athos (teclados) e Chris (guitarra), a banda Onze:20 aposta em algo que muitas outras bandas às vezes esquecem: a união. 

O nome já mostra, já que tem super a ver com uma antiga banda do irmão do vocalista, que diz “Temos vários motivos para o nome, mas o princípio da história é que a antiga banda do meu irmão queria fazer um clipe que no fundo teria um relógio marcando uma hora fixa.


Eles não sabiam que hora marcar e fomos ajudando e decidimos 11:20. O clipe deles nem saiu, a banda acabou, mas esse numero nos perseguiu em vários lugares. Ai para decidir o nome, não tivemos como fugir”.

Os meninos saíram de Minas Gerais e decidiram arriscar aqui, em São Paulo. Hoje em dia estão fazendo o maior sucesso em diversas rádios e o mais legal: moram todos juntos em um apê. Para o Vitin, essa história de morar junto, ao contrario do que pensam, ajuda muito mais a manter toda essa essência que é a Onze:20. 

“É a nossa convivência, nossa amizade! Moramos em oito pessoas num apartamento de três quartos. Dividimos tudo, e nessa divisão vem as idéias e vivencias que são passadas em nossas musicas. Somos sinceros com a gente, isso influencia no som que é sincero com o público” – diz o vocal. 


Mas nem tudo foi tão fácil! “Quando mudamos para Sampa foi muito difícil, foi um divisor de águas, a partir do momento em que começamos a morar juntos tudo mudou. Éramos oito pessoas diferentes em um espacinho dividindo nossos sonhos, vidas e buscas, cada um veio da sua casa com a sua mania... foi uma loucura e ainda é! Mas hoje somos uma unidade muito forte”.



A ideia dos caras de mudarem pra São Paulo foi para buscar novas oportunidades. Foi difícil no começo, como dizem ainda ser, mas com muita luta e enfrentando diversos desafios, eles conseguiram reverter a situação e fazer com que seus problemas se tornassem a solução para eles.

E se liguem que as oportunidades paulistas não foram poucas não! Além de clipes, músicas, shows, rádios, eventos... Eles já tiveram a honra de ver o skatista Bob Burnquist subir ao palco e dançar ao som da musica deles. Mas não é para menos, viu? Quem já conhece e quem ouve seu som sabe do que eu to falando. Ouvir e dançar nesse caso andam lado a lado, é realmente envolvente. 

E o Vitin fala disso com muito orgulho: “Acho que essa é a melhor parte do nosso trabalho. Fazemos o que fazemos e passamos o que passamos para quando vocês ouvirem nossas músicas poderem dançar felizes, seja com alguém do lado ou sozinhos. O Onze:20 é isso. Alegria, festa... Não tem frescura com a gente. 

O importante é fazer a galera dançar, cantar e sorrir. Esse feedback da galera é sinal que a mensagem está chegando ai com a mesma intenção que ela sai daqui”. Isso que é humildade! Não há nada como ouvir uma música que você sabe que é feita com muito amor.

Agora Onze:20 só tem a crescer. Teve um imenso “boom” na mídia e isso é incrível quando se trata de pessoas que você realmente percebe que correram atrás não só daquilo que querem mas do que amam. 

“Estamos trabalhando para expandir cada vez mais nosso trabalho. Estamos muito felizes de conseguir levar nosso trabalho a um numero maior de pessoas através das rádios. É um sinal de que nosso trabalho ta tomando uma direção legal. O que nos move é ter um desafio a cada dia, nosso objetivo é estar cada vez mais perto do público” – diz Vitin – “Essa é a essência do Onze:20. Nosso apoio um no outro e a busca eterna. Estamos sempre nos desafiando em todos os aspectos. Acho isso positivo”. E com certeza é muito positivo.

Hoje eles estão bombando com o sucesso “Meu Lugar”, que é a música dançante que eu falei, rs. E prometem bombar com muito mais!

Para quem não conhece, aconselho conhecer. E para quem já conhece, com certeza vai concordar com tudo o que eu disse e ainda ter muito mais a dizer. Boa sorte meninos e sucesso!

CONHEÇA ONZE:20


Por: Mayara Munhós
De: São Bernardo do Campo - SP
Email: may.munhos@gmail.com // 8kproducoes@gmail.com

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