Formada em 2010 em São
Paulo, a banda Terno Rei é formada por Ale
Sampaio (vocal e baixo), Bruno Rodrigues (guitarra), Gregui Vinha (guitarra e
teclados), Luis Cardoso (bateria) e Victor Tombo (percussão). A maioria deles são amigos de infância que sempre
tocaram e resolveram se juntar para iniciar um projeto novo e estão ai hoje. Quem não conhece
tem mais é que conhecer! O som dos caras chega a ser uma coisa gostosa de ouvir e eles apostam em
desenvolver um estilo próprio indo de sons que passam por Rock Alternativo, o
Folk e a própria música brasileira.
A banda já conta com dois EP’s: o EP 1 lançado em 2011 e o Metrópole,
em 2012. E dizem: - “Por enquanto, não pretendemos trabalhar em um disco
completo. Como somos uma banda independente, isso seria muito custoso para
todos os integrantes e, além disso, gostamos dessa pegada de lançar EP’s
menores, acho que vamos continuar fazendo isso. A ideia é lançar, sei lá, EP’s
de 4 a 6 músicas por ano, mas é claro que não descartamos a ideia de um CD
futuramente”.
As influências deles vão longe: Radiohead,
Meat Puppets, Africa Lá em Casa, Fugazi, Pixies, Nação
Zumbi, Polvo, Pavement... “São milhares! Cada dia que passa descobrimos bandas
novas, sempre!” – ressaltam.
Eu particularmente conheci o som deles em um show no
Hangar 110 em que Terno Rei era uma das bandas de abertura para o Rancore. Ao ouvir no
começo percebi que a galera realmente se envolvia no som e comecei a me envolver
também. Não me arrependo! Eles arrebentaram. O mesmo pessoal que tinha ido lá
para ver o Rancore, estava curtindo pra caramba os caras também.
E esse negócio da galera curtir tanto o som de uma banda tão nova me intrigou bastante, já que infelizmente muita gente tem a cabeça bem fechada para novos tipos de músicas, mas com eles não, parece tão diferente, a galera aceita e curte. A resposta que a banda tem com seu som e seus shows é incrível. “É verdade, temos tido uma resposta muito legal, tanto do nosso público mesmo quanto do público de outras bandas que estão nos shows” – dizem – “Acho que hoje em dia é uma grande besteira ter a cabeça pequena para novos sons, com a quantidade/variedade de materiais que temos acesso através da internet, você pode conhecer muita coisa que antes não era tão acessível ou praticamente inacessível. Cabe às pessoas levarem a música um pouco mais a sério para pesquisar e procurar saber o que está rolando de novo por aí, caso se identifique, corra atrás, vale a pena!” – completam – “Acho que esse lance de trazer público é sempre positivo, quanto mais gente ouvindo a mensagem que queremos passar, melhor, independente se curte reggae, rock, sertanejo, forró... O cuidado que temos que ter apenas é não se prender em uma única cena e ir cada vez mais expandindo o leque dos públicos”. E só com essas palavras deles dá para perceber que não só a música deles é que é boa, né?
E esse negócio da galera curtir tanto o som de uma banda tão nova me intrigou bastante, já que infelizmente muita gente tem a cabeça bem fechada para novos tipos de músicas, mas com eles não, parece tão diferente, a galera aceita e curte. A resposta que a banda tem com seu som e seus shows é incrível. “É verdade, temos tido uma resposta muito legal, tanto do nosso público mesmo quanto do público de outras bandas que estão nos shows” – dizem – “Acho que hoje em dia é uma grande besteira ter a cabeça pequena para novos sons, com a quantidade/variedade de materiais que temos acesso através da internet, você pode conhecer muita coisa que antes não era tão acessível ou praticamente inacessível. Cabe às pessoas levarem a música um pouco mais a sério para pesquisar e procurar saber o que está rolando de novo por aí, caso se identifique, corra atrás, vale a pena!” – completam – “Acho que esse lance de trazer público é sempre positivo, quanto mais gente ouvindo a mensagem que queremos passar, melhor, independente se curte reggae, rock, sertanejo, forró... O cuidado que temos que ter apenas é não se prender em uma única cena e ir cada vez mais expandindo o leque dos públicos”. E só com essas palavras deles dá para perceber que não só a música deles é que é boa, né?
Todos devem estar se perguntando de onde surgiu esse
nome. Pois bem, eles dizem! “O nome veio
de uma das primeiras letras da banda. Botaram a ideia na roda em um ensaio
e todo mundo gostou pela sonoridade e originalidade, duas coisas que buscamos
muito nas músicas. Ou seja, não tem
nenhum significado proposital, mas achamos que cada um pode achar um
sentido na expressão”.
Para quem quiser assistir a um show deles, a banda toca
bastante em São Paulo “principalmente pelo fato de ser pequena ainda e
não ter oportunidade de tocar em outras cidades, mas temos muita vontade de
tocar pelo interior, Curitiba, Porto Alegre, Rio... Queremos tocar no Brasil
inteiro!” – dizem.
Galera, por essa semana é isso. E se liguem: –
“Em relação a videoclipe, estamos trabalhando nisso justamente agora. Deve sair
em breve, então, fiquem ligados”.
Uhul \o/
CONHEÇA TERNO REI
Por: Mayara Munhós
De: São Bernardo do Campo - SP
Email: may.munhos@gmail.com // 8kproducoes@gmail.com


















Banda muito boa! Bela matéria!
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