4 de abril de 2013

A felicidade dessa cidade sou eu.

Hoje eu queria fazer piada com a Coreia do Norte, dizer que tudo isso é inveja do PSY, falar que quem é do norte são tudo cabra arretado, mas não.  

A internet ultimamente virou uma grande via de protesto, o famoso "revolucionário de cadeira", cadeira de couro reclinável no meu caso, política andando com religião, religião menosprezando os gays e os gays ouvindo as músicas que a Narcisa Tamborindeguy manda cantar (PROS GAYS, CANTA UMA MÚSICA PROS GAYS).

A cantora baiana Daniela Mercury assumiu o seu relacionamento com outra mulher. 
Uma arma fundamental na guerra civil brasileira atual, uma pessoa pública mostrando
 a todos que é feliz com outra pessoa de sexo igual ao dela. Para mim, todo mundo 
tem o direito de ser feliz. Isso não está na bíblia e tão pouco numa apostila 
com um "código" de direitos humanos, por quê? Por que é óbvio.
Esses parâmetros que a sociedade impõe para alcançar a felicidade dizendo o 
que o outro deve ou não fazer é arcaico. 

Já questionara um grande sociólogo:
 " AS PESSOAS TEM DE CUIDAR DOS SEUS PRÓPRIOS RABOS!"

Vivemos numa sociedade livre, onde cada um coloca o seu órgão genital, 
ou qualquer parte do corpo que dê prazer, aonde quiser.

Segue abaixo imagens da Daniela Mercury lésbica vista por diferentes ângulos. 


Daniela Mercury sapatão, undercut, tatuagem, piercing, vista pela sociedade como uma típica lésbica.
Daquelas que a Joelma comparou com drogas talvez.
Mulher linda, independente, madura, fabulosa, qual a sociedade ficaria surpresa ao descobrir que é  lésbica.
Daquelas que a Joelma comparou com droga talvez.
SOMOS TODOS FARINHA DO MESMO SACO, GLITER DO MESMO POTINHO!

Felicidade são escolhas individuais. Individuais. Todo mundo tem direito. 



Por: Cassiano Brezolla
De: Caxias do Sul - Rio Grande do Sul
Email: contato@revistafriday.com

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