Michael Moore é um dos nomes mais conhecidos (e reconhecidos) pelo mundo por suas produções. Cineasta estadunidense, tem em seus trabalhos a característica marcante das críticas pesadas, claras, engraçadas, diretas e ferrenhas ao antigo presidente norte-americano George W. Bush, bem como ao Estado em si.
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Foto: Raquel Moritz - Divulgação
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Dono de um humor ácido, baseia suas obras em dados, relatórios, pesquisas, imagens sem retoque e documentos, tornando a leitura (ou a assistida) gostosa: densa de conteúdo, mas abordada com muita ironia e sarcasmo. A realidade que ele relata movimenta os labirintos corporativistas e questões de Estado, que já lhe renderam (e continuam rendendo) poderosos inimigos declarados.
Dado um panorama deste grande sério fanfarrão, às curiosidades:
1. Michael Moore não cita o nome George W. Bush ou se refere a ele como presidente, concomitantemente, em nenhum momento.
2. Fundou um jornal alternativo ("The Flint Voice"), em 76, e foi editor dele durante mais de uma década.
3. O cineasta quis dirigir o documentário de Madonna, mas estava gravando "Fahrenheit 11 de Setembro" na mesma época.
4. No livro "Cara, Cadê o Meu País", Moore elabora 7 perguntas para Bush. Sem papas na língua, como podemos ver no excerto da pergunta 1 " É verdade que os Bin Laden mantêm relações comerciais com o sr. e sua família há 25 anos?"
5. A editora Harper Collins entou impedir a venda do livro "Stupid White Men: Uma Nação de Idiotas" pois muito perto da data de lançamento aconteceu o ataque às Torres Gêmeas. Para a surpresa dos editores, Michael Moore vendeu as 50 mil cópias já impressas do livro por meio de uma divulgação por email, em apenas algumas horas, e teve sua quinta edição publicada em poucas semanas.
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Beijos de luz na testinha de vocês.
Por: Bárbara Argenta
De: São Paulo - SP
Email: barbara.argenta@revistafriday.com.br























