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13 de junho de 2013

Sprout: O Lápis Que Vira Planta!

Sabe aquele lápis que você já usou tanto que não é possível nem apontar mais? O que você acharia se ao invés de simplesmente jogar fora você pudesse plantar, regar, cuidar e depois colher tomates, alecrim, salsa ou quem sabe uma bela flor? Saiba que isso pode ser possível, é o que garante um projeto realizado por alunos de uma turma de pós-graduação em design de produtos do MIT. Eles são os criadores do SPROUT.



O Sprout é um lápis que possui acoplado a sua base superior uma capsula com sementes, que ao ser enterrada em um bom solo e umedecida se degrada, germina e cresce, tornando-se uma planta ou legume das mais diversas espécies e gêneros.

O projeto foi criado por um grupo de pós-graduação do Massachusetts Institute of Technology (MIT), que receberam o desafio de criar um produto ecológico para o escritório do futuro. Foi então que lançaram a ideia inicial do Sprout. Ele pode ser considerado um equivalente a um lápis normal, mas possui um grande diferencial: a possibilidade de ligar as pessoas ao meio ambiente. Uma das principais motivações do grupo é o de tirar as crianças das ruas e levá-las para os jardins. 

Um dos grandes questionamentos de quem conhece o projeto inicialmente é o fato de que ele não possui uma borracha acoplada. Mario Bollini, um dos criadores do Sprout, diz: "Não há uma borracha porque não queremos cometer erros. Nós nunca tivemos sorte com borrachas acopladas ao lápis, elas tendem a ser muito pequenas e de baixa qualidade. Queremos que cada parte do Sprout seja divertida de usar, não queremos sacrificar a qualidade (além de adicionar custos e complexidade), para inserir uma borracha, que se desfaz completamente. Colocar uma borracha seria um erro. Há um monte de boas borrachas separadas por aí, posso, inclusive, recomendar algumas. E, quem sabe, podemos colocar sementes nelas também em breve."



Para chegar a uma seleção ideal de sementes adequadas para o projeto, o grupo pesquisou mais de 100 tipos de espécies, dentre as selecionadas, destacam-se:

• Manjericão;
• Tomate;
• Berinjela; 
• Pimenta verde;
• Calêndula;
• Coentro;
• Menta;
• Endro;
• Salsa;
• Tomilho.

Preço

O lápis possui o preço inicial de $5,00, já com frete grátis, mas no momento não está à venda devido a questões financeiras e a necessidade de apoiadores, mas o objetivo é que seja feita a venda unitária ou em conjuntos personalizados. O grupo ainda tem a ideia de criar um conjunto de lápis de cor, onde a cor da flor corresponde a cor do lápis, o que chamam de “meta de expansão”.

Como usar:

O Sprout é um lápis comum, ecológico e de excelente qualidade.
Após ser utilizado e muito apontado é hora de dar uma segunda utilidade ao Sprout.

É só colocar a parte contendo a capsula totalmente coberta no solo
até o limite da parte pontilhada.

Deve ser colocado água diariamente e dentro de uma semana o
primeiro broto já começa a aparecer.
Maiores informações, podem ser encontradas no site do projeto: 

E vocês, o que acham do projeto?

Por: Marcel da Silva
De: Blumenau - SC
Email: marcel@revistafriday.com.br

27 de maio de 2013

Viva Tom Jobim

Foto: Tavane Gusmão
No último domingo (26) no Parque da Juventude em São Paulo aconteceu o projeto da Nivea, chamado Viva Tom Jobim, em que a cantora Vanessa da Mata interpretou de forma esplêndida as canções do maestro Tom Jobim.
Começando o show debaixo de um belo sol, Vanessa entra no palco acompanhado com uma banda de alta qualidade. Seguindo um set list com grandes sucessos do Tom Jobim, entre eles “Fotografia”, “Chovendo em Roseiras”, “Modinha”, “Se todos fossem iguais a você”, entre outros.
A cantora se mostra bem ousada ao participar desse projeto, pois não é filha da bossa nova, muito menos cantora do gênero, porém mostra qualidade e entrega ao que está fazendo, e é aprovada por aqueles que ali estavam apreciando-a.
Outra qualidade visível da cantora é a simpatia, conversando com o público, e atendendo alguns pedidos, exemplo o bis realizado com a repetição de algumas canções já interpretada, dando ênfase a “Garota de Ipanema”, anteriormente apenas foi mostrada a interpretação famosa do Tom junto ao Frank Sinatra nos telões, acabou recebendo uma bela interpretação, com o começo apenas voz e piano, e a partir do segundo trecho, após o refrão, recebeu sonoridade da banda inteira.

E com o anoitecer o show é encerrado, deixando todos muito emocionados e alegres com o belo espetáculo que assistiram.

Por: Kaio Tibes
De: Carapicuíba - São Paulo
Email: kaiotibes@revistafriday.com.br


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10 de dezembro de 2012

De que me VALE-CULTURA


OMG we’re back again ♫

E com boas novas, sério, uma provável boa nova.
Do tipo que quase não tem por aqui.



Em novembro desse ano, passou um texto pela Câmara que apresentava a proposta de um Vale-Cultura, que seria um (provável) cartãozinho magnético de R50/mês para se gastar com shows, eventos culturais, peças teatrais, livros, DVDs, CDs, museus, cinemas ou trocar por mercadorias do BAÚ... é realmente muito lindo.
De tanta beleza e ludicidade chega a quase ser onírico, parece um engano, sei lá, de repente eles aprovaram o texto sem ler, ou colocaram antrax no envelope (supondo que se mandam textos de projetos num envelope), enfim, passou.
Na última quinta feira, dia 05/12, O MESMO TEXTO passou pelo Senado!
Sim, sem emenda, sem nada, passou, e agora está no aguardo da nossa Madonna, Dilma.
Ou seja, basta a Dilma dar joinha, compartilhar, virar fã, mandar depoimento e curtir o projeto que ele será absolutamente aprovado em todas as instancias da mundialmente conhecida: desastrosa burocracia brasileira.

As empresas que resolverem adotar o vale poderão ter algumas vantagens no imposto de renda, vantagens essas que desconheço e não vou falar sobre. Também poderão descontar até 10% do valor do Vale (R$5,00) no salário de cada funcionário que optar em ter o benefício. Todo mundo ganha, todo mundo fica feliz.


É óbvio que já é uma manobra pra reeleição da Dilmona, uma vez que projetos de renúncias fiscais só podem vigorar no ano seguinte ao da sua aprovação e ainda precisaria de 6 meses para a implementação do projeto, mas quem se importa?


O projeto é de autoria da deputada “Bah, tri  trovadora, gaucha da dinda,  Manuela D'Ávila, Tchê”.
De tão revolucionário, contemporâneo, inesperado, cutucador de reacionários, defensor das causas nobres que esse projeto é,  caso a presidenta sancione-o, poderá mudar seu nome para  Dilma Guarani Kaiowá.






Dúvidas frequentes

Cal qué trabaiádô?
N.. Não. Trabalhadores CLT com renda menor que 0005 salários mínimos.

Qto dah sinco sarálios?
R$ 3.450

Ah, naum, naum eh meu cazo!
Eu imagino.

Quem paga por isso, a final?
Empresa, Governo e o trabalhador.

Por fim, eu acredito que isso tem um potencial incrível pra ser algo mais que bom, as pessoas consumindo mais arte se tornam menos alienadas, ignorantes, preconceituosas, burras, feias, estúpidas, banguelas, fedidas, rancorosas, sem contar que também reduz o risco de câncer de próstata em homens e mulheres(?).

Mas aqui, um país muito dos engraçado, é capaz que as pessoas gastem essa verbinha mensal com CD do Katinguele, DVD pornô, Stand Up do Rafinha Bastos, Crepúsculo, 50 tons de cinza, Andar de bicicleta pelado na Paulista e show do Latino. Fiquem a vontade para fazer isso, só que morram.




Por: Lucas Vinícius
De: Osasco - SP
Email: Lucas@revistafriday.com.br

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