13 de março de 2012

Mês da bolsa vermelha


Há quem consiga guardar novas aquisições até certa data especial ou algo do tipo, e eu até gostaria de ser assim, mas a (minha) regra é clara: comprou, usou! Sou daquelas que no ato da compra já vai maquinando a próxima produção - e ocasião - sem pensar duas vezes.

A ultima protagonista dessa série foi a charmosa Cambridge Satchel. O amor veio das ruas para o meu coração e em dois segundos o pedido já estava feito...Nada de marrom ou preto, a escolha foi única e precisa: vermelho!



Minha mãe sempre usou vermelho como uma quebra de monotonia. Desde pequena, se ela me vestia toda de verde, branco, preto ou azul marinho, uma tiarinha ou sapatilha na cor escarlate sempre estariam ali para animar a situação, por isso, cresci achando que vermelho é a cor que pode ser atrevida e básica ao mesmo tempo, aquela que consegue acabar com a monotonia sem criar estardalhaço (a não ser que essa seja a intenção). Sempre achei isso uma dádiva, poder ser 8 e 80 ao mesmo tempo…

E lá fui eu para uma temporada de 1 mês no Rio de Janeiro. Na mala? Muitas cores, texturas e estilos; a bolsa? A tal da "básica atrevida"...Foram quase 30 dias de puro exercício de consciência fashion. Coisa das mais preciosas é aprender a usar - e usar bem - o que se tem.

Todos os dias ao acordar, eu pensava nas peças amarelas, verdes, roxas, fuchsias, poucas pretas e algumas brancas, e tentava misturar tudo em um mix harmonioso. Tendo em vista que eu “tenho agonia” de muita informação - mas não de muita cor - acho que me saí bem no desafio que eu mesma me impus ao decidir que não amassaria minhas bolsas em uma mala que seria jogada de aeroporto em aeroporto - drama - ponto.

0 comentários: