#05: Visibilidade Trans

Confira na capa do mês de fevereiro da Revista Friday, uma entrevista sobre os desafios de uma pessoa trans, com a ativista LGBT Rebecka de França.

INTERNET: Mudanças, tecnologia e Google+

Confira algumas mudanças que o google+ realizou para agradar os usuários.

Conexão Canadá: Vancity- The Journey begins

Camila Trama nos conta um pouco de seu intercâmbio em alguns lugares do Canadá.

CINEMA: Sassy Pants

Rebeldia, insatisfação e as paixões fazem parte do cotidiano de todos os adolescentes, confira a resenha do filme Sassy Pants.

VITRINE: O universo feminino de Isadora Almeida

Inspirada por ilustrações de moda, estamparia e coisas que vê por aí, conheça o trabalho da ilustradora mineira Isadora Almeida.

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31 de outubro de 2013

Kapetan Dimitris - Koyzina Paradosikh

Foi na Grécia antiga que o termo “gastronomia” foi usado pela primeira vez. É daí que vem a certeza de que na Grécia come-se bem. Muito bem, por sinal. E quando o assunto é prato típico, cada região ou ilha tem o seu, mais ou menos como na Itália. Em Santorini, por exemplo, o prato tradicional é tomato keftedes, e eu tenho a impressão de que encontrei o lugar onde servem o melhor deles…




Eu passava férias na ilha, em julho de 2012, quando fiz essa refeição verdadeiramente memorável. Em um fim de tarde, depois de conhecer o farol de Akrotiri, em Faros, a fome apertou. Achava que não encontraria nada aberto por perto, quando uma placa de concreto, à beira da estrada, pintava: “Taverna Capitão Dimitris – Comida Tradicional”.
O local estava vazio, e senti como se estivesse invadindo a casa de alguém. Continuei entrando e descobri, numa espécie de terraço, um senhor que lia jornal, uma senhora que tomava café e uma moça morena de tranças que tivara os pratos da mesa. Aquela era, obviamente, a família que vivia ali. Estava pronta para sair me desculpando quando o senhor baixou o jornal e pediu que eu me sentasse, que eles haviam acabado de almoçar e já iam me atender.
Sua esposa, Dona Bárbara, logo arrumou uma mesa com toalhas de papel e trouxe um cardápio – que permaneceu fechado. Ela explicou com um sotaque carregado que não teve tempo de ir ao mercado naquele dia, mas que seu marido, o Capitão Dimitri, havia pescado logo cedo e o peixe estava fresco, bom para comer. Dizendo isso, me arrastou pela cozinha, insistindo para que eu desse uma boa olhada nos peixes. Ela abriu orgulhosa uma gaveta metálica de onde exalava um forte cheiro de mar – sem dúvidas, estava bem fresco.

Quando chegou à mesa, o peixe esava absolutamente divino - e não poderia ser mais simples. Foi colocado na grelha com cabeça e tudo, e devorado em instantes, temperado apenas com azeite e limao siciliano. 




 Para acompanhar, os Tomatos Keftedes. Fiquei intrigadíssima com aquela espécie de bolinho vermelho e frito na minha frente. Após provar -  e aprovar com méritos, perguntei exatamente o que era aquilo, ao que Dona Bárbara, com a maior paciência do mundo e se esforçando ao máximo para falar em uma língua que eu entendesse, me explicou que era uma massa feita de molho de tomate, temperos, farinha e cerveja. 

Os tomates, fez questão de ressaltar, eram provenientes de sua própria horta. O orgulho nos olhos dela quando conta isso se deve ao fato de que é realmente uma tarefa difícil crescer tomates numa ilha de solo vulcânico como Santorini.
 Ainda em extase pela descoberta gastronômica mais inusitada dos últimos tempos, provei a sobremesa. Outra surpresa ao descobrir que o acompanhamento melado e laranja que me foi servido com um autêntico iogurte grego era um – quem diria – doce de cenoura!
Terminei o almoço simplesmente maravilhada por ter comido tão bem pagando um preço tão justo. Esta foi, sem sombra de dúvidas, a melhor refeição da viagem. Não sei ao certo se foi a vista e o ambiente agradável do restaurante, o sabor autêntico e delicioso da comida ou a simpatia e cordialidade dos novos amigos gregos, mas a experiência valeu os 10108km de distância e a re-descoberta do sentido da palavra “gastronomia”.


Por: Bianca Chaer
De: São Paulo - SP
Email: bianca.chaer@gmail.com

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15 de dezembro de 2012

Conexão Dublin: Como é o trabalho no pub?

Pessoal do trabalho após Halloween no The Barge
Desde que sai de São Paulo, já vinha com a ideia de trabalhar em um restaurante assim que chegasse em Dublin. Após o esforço e correria atrás de emprego, consegui. Faz 3 meses que trabalho como staff no pub The Barge e já posso fazer uma lista com as vantagens e desvantagens da função. Espero que possa ajudar futuros intercambistas!


Fiquei cerca de um mês só acertando os documentos quando pisei na Ilha Esmeralda. Ou seja, o dinheiro saia e não retornava. Depois que vi minha conta bancária, quase desmaiei e tomei uma atitude: procurar um emprego. As opções eram: garçonete, au pair - mesmo que babá e cleaner - faxina em hotéis, casas de família ou em qualquer outro lugar que precisasse. Óbvio que trabalhar em um bar era meu foco, mas caso não conseguisse emprego rápido, teria que partir para as outras áreas. Até que não demorei tanto para entrar no The Barge, mas o que andei de pub em pub entregando currículo não é brinquedo não!

Consegui meu emprego através do site Gumtree.ie em uma semana após o currículo estar completo. Aqui, se você não tem experiência na área, acaba "arranjando". E sabe como? Da maneira mais simples possível: colocando no currículo que já trabalhou com isso ou com aquilo. Sim meus caros, cara de pau nessas horas é tudo! Ou nada! Porque o gerente também pode perceber que você não tem experiência como diz ter e ai já euvis!

Durante o primeiro mês, trabalhava apenas 2 dias na semana: sexta e sábado. Aqui o salário mínimo é 8,65 euros por hora, então quase não via resultados financeiros que eu estava esperando. O bom de se trabalhar como atendente em um restaurante é a gorjeta, que no começo também não era essas coisas pois não me comunicava muito com o cliente - uma vez que meu inglês não é perfeito.

Agora, com 3 meses na casa, trabalho 4 dias por semana. A escala dos empregados muda toda semana: a única coisa que tenho certeza é que trabalho sexta e sábado - dias mais movimentados. E é ai que está o X da questão! Nunca mais fui para as baladas daqui de Dublin pois trabalho no período noturno (até o pub fechar). Então quanto à diversão, tenho me restringindo e MUITO!!!

O lado bom é que percebi minha evolução na língua inglesa. Hoje em dia já não tenho mais receio de ficar sozinha com um gringo, com medo de puxar assunto. Claro que não estou fluente - AINDA - mas consigo manter um diálogo legal. Notei isso na questão das caixinhas. Estas últimas semanas tenho recebido mais gorjetas que inicialmente. Sei que um pouco desse lucro é por causa da época, mas o outro pouco também é por estar interagindo mais com os clientes.

Outro fator legal agora é a graninha que tenho feito nesses 4 dias que trabalho por semana. Como quero renovar meu visto, ou seja pagar outro curso de inglês + as passagens de avião do Brasil para Irlanda (volto para o Brasil-il-il no dia 18 de maio, fico umas 3 semanas e venho para Dublin novamente) sem a ajuda financeira dos meus pais, posso dizer que estou concluindo meus objetivos. 

Bom, o que eu quis passar neste texto é que, todas as opções tem seus lados positivo e negativo. Basta você colocar na balança e ver o que você mais necessita no momento. Eu podia optar por diversão ou trabalho. Agora estou no trabalho, mas para garantir a diversão futura! Fora que, meus planos para ficar aqui em Dublin passam dos 2 anos, então tudo em seu tempo!


Por: Mariana Perez - esperando ansiosamente o day off - folga
De: Dublin - Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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8 de dezembro de 2012

Conexão Holanda: Onde, como por quê e quando?


Alguém diz Holanda e logo pensamos em tamancos de madeira, tulipas, moinhos, queijos, bicicletas e liberdade. Quando decidi vir para esse pequeno país não sabia muito mais do que isso e me surpreendi. Com a Conexão Holanda dividirei com vocês essa experiência deliciosa. 

Onde? Como? Por quê? Quando?
Sai do Brasil no dia 17 de dezembro de 2011, dia em que o sol brilhava e fazia 32ºC em São Paulo e estava com o coração tão apertado que parecia rosbife amarrado.

Nos últimos meses que antecederam minha partida os diálogos começavam mais ou menos assim assim:
-Vou fazer intercâmbio, serei Au Pair na Holanda.
-Au o que?
-Babá.
-Holanda? Por que Holanda? Umn, safadjénha.

Vou confessar: nunca passou pela minha cabeça ser Au Pair na Holanda, a única coisa que eu tinha certeza era que queria morar um ano na Europa. Aí veio a parte mais importante, o valor altíssimo dos programas mais tradicionais, o único que coube no meu bolso foi o de Au Pair (claro que isso não foi um problema, e sim a solução, já que sou apaixonada por crianças). 

Logo depois veio a escolha do país, Holanda o único país da Europa que tem o visto especial para Au Pair e que 99%* das pessoas falam inglês (a única língua além do português que sei me virar). Passei 2 horas na internet lendo sobre a Holanda e pronto, criei uma nova paixão. Tudo me pareceu tão perfeito que foi como se eu mesma tivesse inventado.

Tudo decidido (na minha cabeça) porque por mais que eu ache que sou dona do meu nariz, eu tinha 20 anos (hoje estou com 21) e um pai e uma mãe. Então veio a segunda fase do processo: preenchi tudo que eu podia, e fui pra casa dos meus pais com toda papelada pronta. Claro que eles fizeram as clássicas perguntas: Por que Au Pair? Por que Holanda? Mais as adicionais: Como assim minha filha? Um ano? E foi aí que eu gastei todo o meu dom de persuasão, todo mesmo, achei que nem ia sobrar mais pra faculdade, mas não me preocupei, corre a boca pequena que persuasão não é município nem cartão de crédito, então não tem limite. Pronto, fase 2: checked.

Depois disso tudo veio só a parte burocrática: Renovar passaporte, achar uma “host family”, legalizar documentos, conseguir o visto, e marcar as passagens.
Do momento que tive essa mirabolante ideia até o dia do meu embarque, foram exatos quatro meses. “O desejo é humano, demasiadamente humano” - e poderoso.

*Estatística baseada no ADL (Achismos da Lara)

Lara Monnerat
Delft - Holanda


20 de setembro de 2012

Conexão Dublin: conheça a cidade Bray por outro ângulo


Tudo começou com um "até logo" de um dos parceiros aqui de Dublin: Carlos Borges. Antes da volta ao Brasil, que inclusive é hoje - dia 20/09, fomos visitar a cidade litorânea Bray, localizada a 20 km ao sul de Dublin. Já tinha ouvido falar que o visual de cima das montanhas eram lindo, mas não esperava que fosse tanto.

Para chegar até Bray, é possível ir de ônibus ou DART, trem que liga Dublin a várias cidades. Escolhemos a segunda opção por ser mais rápido e também para conhecer o meio de transporte. Paguei na ida e volta apenas 5 euros e 10 centavos. Vale avisar que, se você for viajar de DART, NUNCA jogue o ticket fora, pois para sair da estação também é preciso passar o bilhete nas máquinas.



Viajamos cerca de 30 minutos com direito a várias paisagens magníficas até a cidade. 



Ao chegar em Bray, fico impressionada com a beleza do local. Nós fomos direto para a praia famosa por suas pedras. Pois é meus caros, praia sem areia! Achei muito estranho no início, mas até que tem seu charme. E, mesmo com o dia ensolarado, o vento e a água estavam HIPER gelados. Ai, que saudade das praias brasileiras...



Após alguns minutos apreciando a beleza da praia, andamos rumo à montanha para ver a cidade de cima. Nossa, que subida brava! Para cortar caminho, fomos em uma trilha que passa entre as árvores. Apesar de termos parado 2 vezes, fizemos o percurso em menos de 40 minutos. 




Faltando segundos para chegar no topo da montanha, gravei o vídeo abaixo. Já peço desculpas pelos palavrões, mas a vista lá de cima me deixou abismada! Uma coisa que só descobri quando vi o vídeo é que toda vez que tiro ou coloco zoom, o som é cortado  :/  


E a recompensa pela mega subida foi esta:




Tá vendo esta outra montanha ai em cima? Pois bem! Não nos contentamos e subimos nela também! Já como estávamos lá mesmo, por que não arriscar e ir mais além? Fora que, ver um cara lá em cima - ver o vídeo - só nos deixou mais animados para fazer o mesmo.



Para voltar, decidimos não ir pelo mesmo caminho. Vimos uma trilha do outro lado, a qual o cara com a bike utilizou, e fomos por ela. Pense numa boa caminhada que fizemos. Tenho quase certeza que andamos mais de 1 hora. Apesar dos pés estarem doendo, não me arrependo pela escolha. Encontramos até alguns cavalos antes de chegar na estrada. 



Sinto que depois de ter ido à Bray, minhas energias se recarregaram. Estou mais leve e mais animada para fazer outras viagens como esta. Tava precisando de um tempo e uma bela vista para pensar sobre a vida e alguns ocorridos. Fazer a tal da reflexão, sabe? Acredito que entrar em contato com a natureza dá nisso!

Por: Mariana Perez
De: Dublin - Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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26 de julho de 2012

Conexão Dublin: a chegada!

Rumo à  Holanda, conexão para Dublin


E ai pessoal, como vocês estão? 

Mando este post diretamente de Dublin, Irlanda. Olha, a cidade é maravilhosaa!!! Logo nos primeiros minutos que pisei aqui, fiquei encantada com as ruas (espírito de arquiteta?). Mesmo com uma recepção chuvosa de Ireland, tudo aqui é lindo!!! Como esta semana e a próxima serão bem corridas devido as documentações que preciso ir atrás, hoje vou compartilhar com vocês minha chegada aqui no Velho Mundo!

Meu voo foi tranquilo, apesar de nunca ter andado de avião. A decolagem é bem parecida com montanha russa, sabe? A aeronave pega um impulso louco para sair do chão, inclusive me deu um tremendo frio na barriga. Pensei que fosse vomitar, porque senti uma sensação muito estranha, mas foi apenas por alguns minutos. Por sorte, encontrei uma brasileira antes de entrar no avião que me deu 2 comprimidos de dramin - esqueci de comprar no Brasil   ¬¬'


Comprei as passagens da companhia aérea holandesa KLM e não tenho nenhuma reclamação a fazer! As aeromoças são muito simpáticas - e bonitas. Ah, elas não falam português, apenas um simples, mas importante, "obrigada" ou "tchau". Quanto às refeições do voo, as comidas são maravilhosas!!! Sai de Guarulhos às 19h15 e depois de alguns minutos no ar, o jantar já foi servido. As opções eram frango ou macarrão. Como queria evitar passar mal ao comer algo pesado, optei pelo chicken, que veio com salada e bolo de limão. Olha ai:


Franguinho com direito a salada e sobremesa

Depois que as aeromoças passaram para o outro lado do avião, vi que elas também serviam vinho - e o melhor: também está incluso na passagem! Como queria capotar depois da janta para o tempo passar rápido, 11 horas de voo, tomei um copinho do Red Wine:

Quanta elegância! ;)

A parte de entretenimento deles é muito boa. Pude assistir filmes recentes como "Jogos Vorazes" e "O Artista". Tem legenda em português, mas como queria entrar no clima da viagem, infelizmente não achei a legenda em inglês. Além dos filmes, também há games e música! Nem lembrei de pegar meu MP3, confesso! 


Ao amanhecer, as aeromoças serviram o breakfast. Uma delícia de omelete, muffin, salada de frutas e um pãozinho. Para minha tristeza não tinha chocolate quente, e como podia escolher suco, café ou água para beber, escolhi a 1ª opção.

Maravilha de café da manhã


Vale comentar que, durante a madrugada, quem estava acordado ganhou sorvete de chocolate. Fantástico! Não tirei foto porque tinha acabado de acordar e nem lembrei da câmera, que esteve comigo todo momento.


Fiz a conexão para Dublin em Amsterdam. Pensei que o de Cumbica fosse grande, mas ao  chegar em Schiphol, fiquei impressionada. Tem até esteiras para ajudar as pessoas a se locomoverem mais rápido. Filmei um rápido vídeo para vocês terem uma ideia. Desculpa pelos errinhos de português e o áudio baixo, mas estava nervosa - ansiosa.




Como é incrível ver uma cidade por cima! Tive a sensação de ter visto uma maquete gigante com minúsculos carros e casinhas. Vi até castelo sobrevoando a Holanda, mas fiquei tão maravilhada com a imagem que não lembrei de bater foto, a não ser esta:

A bela Amsterdam

Apesar de ter sido recepcionada com a famosa garoa de Dublin, a cidade não perdeu o encanto! Posso antecipar que tudo aqui é lindo. Os detalhes deixarei para a próxima semana!  


See you guys! ;)

Welcome to Dublin!

Por: Mariana Perez
De: Dublin - Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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20 de julho de 2012

Bora conhecer Irlanda?

Dublin dividida pelo rio Liffey
Você já imaginou andar em uma rua com casas georgianas enquanto os raios de sol aquecem os cabelos e o vento canta uma doce melodia? Apenas peço para não se assustar se encontrar um pequeno ruivo de vestimentas verdes que traz consigo um potinho de ouro. Talvez seja um Leprechaun ou um cosplay. De qualquer forma, eu os convido a conhecer a Ilha Esmeralda. Ou Irlanda, se preferirem!

Próxima segunda-feira, 23/07, viajo de São Paulo para Dublin. A duração do voo é de apenas 14 horas, com direito a conexão de 1 hora em Amsterdã. Durante esse tempo que vou morar e estudar no Velho Mundo, 1 ano, registrarei aqui na Friday tudo o que for interessante e peculiar. Desde passeios culturais até artistas de rua com seus números fascinantes! 

Prepare-se para conhecer tudo o que rola na terra do U2 - ou do lugar onde não há cobras :x


Então, marca ai na sua agenda ou no celular: temos um encontro marcado TODAS AS QUINTAS-FEIRAS


Até a próxima, só que desta vez, direto de Dublin! 

Por: Mariana Perez
De: São Paulo - SP
Email: mariana@revistafriday.com.br

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