Bom, o cara já chegou com proposta e direção meiga e abusadinhas. Com roteiro, direção e atuação principal de Joseph Gordon-Levitt, "Como Não Perder Essa Mulher" (original "Don Jon") abre as portas para esse lindo, num início bastante interessante.
Jon (Joseph Gordon-Levitt) é o cara forte, sem muitas ambições, e que valoriza algumas coisas na vida, e frisa: assistir pornografia é uma delas, dentre família, Igreja e seu carro. Ele é barman e faz um rodízio infinito de mulheres nas noites em seu apartamento e tals. Acontece que um dia ele encontra Bárbara (Scarlett Johansson) e se apaixona. Ou acha que se apaixona. A guria faz algumas exigências para que a relação avance (diferente das outras que saíam liberando a tcheca com bem menos dificuldade), mas como ele a considera a mulher "mais linda que já viu", sucumbe aos pedidos. Após um tempo, o namoro é terminado por Bárbara, que tinha como uma de suas imposições em relação a ele que não assistisse pornografia. Aconteeeeece, minha gente, que o cara é viciado em pornowebss, e ela não gosta e termina o namoro porque viu o histórico que o bonito esqueceu de apagar, e daí acaba com ele, e fim, e zás. Nesse meio tempo, ele conhece Esther (Julianne Moore) e começa algo mais bonito e verdadeiro com ele mesmo, descobrindo uma outra forma de fazer amorzinho. Uma mais legal, segundo ele (e segundo o desfecho do filme também).
- Jogar a discussão dos relacionamentos na tela (one more time);
- Evidenciar o quão hipócritas, dominadoras e controladoras as pessoas podem ser;
- Deixar na cara das meninas que caras (e meninas) assistem pornô e fim. E gente, enquanto não for um vício e essas coisas radicais, OK, sabe? Assistem mesmo. Meninas e meninos com menos de 15 anos, aceitem essa verdade da vida: geral do baile já viu - ou vai ver - um pornozinho;
- Esbarrar em críticas ao papel designado e legitimado das instituições fundamentadas, como família e Igreja;
- Vícios podem ser superados com o tratamento certo.
- Não temos um Joseph Gordon-Levitt aqui pelo Brasil.
As inserções cômicas são divertidas, de fato. Acontece que o filme perde o ritmo em alguns momentos, o que é algo bem perdoável, vai. O cara estreou seu primeiro longa, e ainda há de avançar muito em suas técnicas.
Considero essa estreia convincente. Nada que se diga "nossa que maravilhosa", mas bastante convincente. A naturalidade com que as coisas acontecem trazem até, em certos momentos, bastante proximidade com os casais que estão por perto na sala e reagem com uns "aaah é?"... Enfim.
Pra fechar, gostaria de dar duas dicas:
1- Se tu tens ciúme do boy, ou da menina, não vá com ele(a). Tem muita bunda, insinuação, movimentação, barulhos sensuais e coisas do gênero.
2 - Se tu tens vergonha de falar sobre sexo, ou qualquer coisa ligada a sexo com seus pais, não recomendo que vá com eles.
Recomendado!
Beijos :)
Foto: Reprodução/Internet
O roteiro segue vertentes diversas, mas tem como tema principal o vício em pornografia na internet. Sim, pois é. O diretor traz para discussão os valores de instituições como a família e a Igreja. Também aborda os relacionamentos com uma visão que poderia parecer machista, mas acaba por traduzir-se em duelos entre realidade e expectativa.Jon (Joseph Gordon-Levitt) é o cara forte, sem muitas ambições, e que valoriza algumas coisas na vida, e frisa: assistir pornografia é uma delas, dentre família, Igreja e seu carro. Ele é barman e faz um rodízio infinito de mulheres nas noites em seu apartamento e tals. Acontece que um dia ele encontra Bárbara (Scarlett Johansson) e se apaixona. Ou acha que se apaixona. A guria faz algumas exigências para que a relação avance (diferente das outras que saíam liberando a tcheca com bem menos dificuldade), mas como ele a considera a mulher "mais linda que já viu", sucumbe aos pedidos. Após um tempo, o namoro é terminado por Bárbara, que tinha como uma de suas imposições em relação a ele que não assistisse pornografia. Aconteeeeece, minha gente, que o cara é viciado em pornowebss, e ela não gosta e termina o namoro porque viu o histórico que o bonito esqueceu de apagar, e daí acaba com ele, e fim, e zás. Nesse meio tempo, ele conhece Esther (Julianne Moore) e começa algo mais bonito e verdadeiro com ele mesmo, descobrindo uma outra forma de fazer amorzinho. Uma mais legal, segundo ele (e segundo o desfecho do filme também).
Foto: Reprodução/Internet
Galera, o filme tem intenções que, para mim, ficaram bem claras: - Jogar a discussão dos relacionamentos na tela (one more time);
- Evidenciar o quão hipócritas, dominadoras e controladoras as pessoas podem ser;
- Deixar na cara das meninas que caras (e meninas) assistem pornô e fim. E gente, enquanto não for um vício e essas coisas radicais, OK, sabe? Assistem mesmo. Meninas e meninos com menos de 15 anos, aceitem essa verdade da vida: geral do baile já viu - ou vai ver - um pornozinho;
- Esbarrar em críticas ao papel designado e legitimado das instituições fundamentadas, como família e Igreja;
- Vícios podem ser superados com o tratamento certo.
- Não temos um Joseph Gordon-Levitt aqui pelo Brasil.
As inserções cômicas são divertidas, de fato. Acontece que o filme perde o ritmo em alguns momentos, o que é algo bem perdoável, vai. O cara estreou seu primeiro longa, e ainda há de avançar muito em suas técnicas.
Foto: Reprodução/Internet
Legal colocar também que sua atuação, juntamente com a de Julianne Moore (incrível em sua evolução durante o filme - pra mim poderia até ter mais dela, foi fantástica), são bastante convincentes. Ela, como sempre, consegue embeber de sentimentalismo a sua expressão, e carregar a cena que a envolve. Demais!Considero essa estreia convincente. Nada que se diga "nossa que maravilhosa", mas bastante convincente. A naturalidade com que as coisas acontecem trazem até, em certos momentos, bastante proximidade com os casais que estão por perto na sala e reagem com uns "aaah é?"... Enfim.
Pra fechar, gostaria de dar duas dicas:
1- Se tu tens ciúme do boy, ou da menina, não vá com ele(a). Tem muita bunda, insinuação, movimentação, barulhos sensuais e coisas do gênero.
2 - Se tu tens vergonha de falar sobre sexo, ou qualquer coisa ligada a sexo com seus pais, não recomendo que vá com eles.
Recomendado!
Beijos :)
Por: Bárbara Argenta
De: São Paulo - SP
Email: (barbara.argenta@revistafriday.com.br


















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