Dica da tia Bá: caso você queira fugir por 86 minutos da vida com cheiro de diesel, ou apenas/somente dar um up no astral, assista esse filme. Sim, já logo de cara te digo que ainda estou encantada com o que vi no cinema: saí feliz, contente e surpreendida positivamente vendo a vida mais leve colorida e melhor num futuro (e aquela coisa toda de Lulu Santos).
Sim, ao filme. Uma narrativa leve, com fotografia em preto e branco (o que dá todo um charme, apesar de eu ser suspeita pra falar: adoro filmes com essa característica), que nos traz a sensação de que ainda há tempo de fazer tudo o que queremos independente de termos 27, 50 ou 70 anos, e ritmado do início ao fim: esse é "Frances Ha".
Com direção do norte-americano Noah Baumbach (A Lula e a Baleia), e co-produção brasileira (RT Features), o filme se passa na cidade de Nova Iorque. Frances (Greta Gerwig, que também é corroteirista do longa) é uma jovem bailarina de 27 anos que se vê em meio a situações adversas. Dentre seus trajetos durante o filme, passa por um rompimento com o namorado; mudanças constantes de endereço; uma turbulência na relação com sua melhor amiga Sophie (Mickey Sumner, filhotinha do Sting); e a esperança de integrar, de fato, a companhia de dança na qual trabalha. É uma pessoa divertida na essência, o que considero elemento fundamental (paralelo à sensacional atuação de Greta) para dar o tom ao filme.
Frances é uma personagem cotidiana. Assusta a proximidade (quase tangível) da dançarina com o público, e este é levado facilmente pela trama leve que se desenrola. A realidade vivida por ela entre seus desapontamentos, expectativas e caminhos que se abrem (e se fecham) é factual. Talvez por isso a sala ria e se emocione com as cenas da película de forma ritmada, junto com personagem. É uma ideia bonita, que contempla jovens cheios de opções e vontades, mas ao mesmo tempo em uma realidade que tenta atropelar com sua frieza. A conexão entre as cenas é sutil, coerente com a ideia de Baumbach, e reforça a lindeza de lindeza de lindeza que é esse filme.
(Sim, realmente fiquei tocada.)
ps: genial a ideia do diretor ao incluir os endereços de Frances na tela, que ultrapassa os limites da proximidade.
Sim, ao filme. Uma narrativa leve, com fotografia em preto e branco (o que dá todo um charme, apesar de eu ser suspeita pra falar: adoro filmes com essa característica), que nos traz a sensação de que ainda há tempo de fazer tudo o que queremos independente de termos 27, 50 ou 70 anos, e ritmado do início ao fim: esse é "Frances Ha".
Foto: Divulgação
Com direção do norte-americano Noah Baumbach (A Lula e a Baleia), e co-produção brasileira (RT Features), o filme se passa na cidade de Nova Iorque. Frances (Greta Gerwig, que também é corroteirista do longa) é uma jovem bailarina de 27 anos que se vê em meio a situações adversas. Dentre seus trajetos durante o filme, passa por um rompimento com o namorado; mudanças constantes de endereço; uma turbulência na relação com sua melhor amiga Sophie (Mickey Sumner, filhotinha do Sting); e a esperança de integrar, de fato, a companhia de dança na qual trabalha. É uma pessoa divertida na essência, o que considero elemento fundamental (paralelo à sensacional atuação de Greta) para dar o tom ao filme.
Foto: Divulgação
(Sim, realmente fiquei tocada.)
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Uma das cenas mais comentadas, onde Frances dança feat corre pelas ruas de NY ao som de Modern Love (David Bowie), é linda. Dá vontade de dançar junto. Cheguei em casa e dancei de tão feliz. Absolutamente normal.
Bom e portanto, quem puder assistir "Frances Ha", assista. É uma quebra dos estereótipos nas produções norte-americanas, e certamente uma obra que se destaca nesse cenário independente.
Beijo de luz no coração.
ps: genial a ideia do diretor ao incluir os endereços de Frances na tela, que ultrapassa os limites da proximidade.
Por: Bárbara Argenta
De: São Paulo - SP
Email: barbaraargenta@revistafriday.com.br
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