Sabe
aquela expressão típica de vó que diz que "a calça está tão grande, que
pelo visto o dono já morreu"? Então, achei uma explicação bem cabível para
isso...
Tá, primeiro vou me apresentar: Hello hello hello pessoal! Essa é minha primeira aparição aqui na Revista Friday e vou escrever quinzenalmente sobre moda, estilo e comportamento, além de trazer algumas novidades, dicas e pitacos sobre esse mundinho diferenciado. Vamos nessa?
Tá, primeiro vou me apresentar: Hello hello hello pessoal! Essa é minha primeira aparição aqui na Revista Friday e vou escrever quinzenalmente sobre moda, estilo e comportamento, além de trazer algumas novidades, dicas e pitacos sobre esse mundinho diferenciado. Vamos nessa?
Então, para começar, preciso dividir o seguinte pensamento com vocês: Você é
estiloso, se veste de forma interessante e tem charme, certo? Ótimo, mas e se
junto com tudo isso, você não tivesse um tostão no bolso? É, #amigues, em
tempos de crise (frases de jornal), é preciso (saber viver?) lidar com
a pobreza involuntária da melhor maneira possível e ainda pagar de
"cool". Bom, recentemente andei zanzando pelos bairros de moda
popular aqui de São Paulo e fiquei impressionado com a quantidade de bazares e
brechós, e o melhor, com preços de morrer, literalmente.
Você
vestiria uma roupa usada? Tem gente que aceita, mas também já vi pessoas
condenando esse "truque fashion". Por mais que a
"tendência" de abusar do estilo retrô me cause certa preguiça,
confesso que a ideia de trocar algumas peças do guarda-roupa por modelos de
segunda mão seja uma forma inteligente de abusar da moda do passado e brincar
com a tão surrada dica de se vestir no Hi-Lo (neste caso, o "Hi" são
as peças novas e o "Lo" as mais antiguinhas).
Quer
a verdade? Esqueça a ideia do "usei do brechó porque sou cool" e
prefira a teoria do "fui lá porque me recuso a pagar R$180 numa calça. Beijos!".
Por mais que pareça loucura, há jovens, por exemplo, que se recusam a descer do
salto fashion só porque estão passando por uma onda de vacas etíopes, por isso
apelam para o tricô étnico de R$ 7, mesmo que o primeiro dono já esteja na Terra
do Nunca.
Em
uma época onde um slogan (finalmente) firmou que ser diferente é normal, porque
não investir em um gosto próprio e dar mais uma chance para o passado mostrar
que (ainda) tem razão? Pensando nisso, a dica desta semana é: vá a um bazar,
desses de bairro mesmo, ligue seu "alerta trendy" e toque nas roupas.
Sinta que, além do tecido meio áspero e até surrado, elas podem dar ainda mais
cor e vida para o seu estilo.
E quanto ao antigo dono, o falecido? Bom, deixe a
peça de molho em água fria com uma pitada de sal grosso, lavando normalmente em
seguida... Não há Mun Ra Fashion que resista - HÁ!
Por: (Denilson Prata)
De: (São Paulo - SP)
Email: (denilsonprata@hotmail.com)


















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