Olá, gentes. Tudo? Tudo ótimo, obrigada, de nada. Fui ao cinema para assistir o esperado - há tempos - Blue Jasmine, de Woody Allen.
Foto: Divulgação/Internet
Muito tem se falado sobre ser um dos seus melhores filmes (não concordo, but...), mas ainda assim, é impossível não compreender o porquê do cineasta ser um dos maiores e mais interessantes diretores de filmes comerciais atualmente. Sempre criando, sempre lançando, e sempre pontuando - agora mais, depois menos, mas sempre pontuando.
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Jasmine (a sensacional Cate Blanchett) é casada com Hal (Alec Baldwin, novamente com Woody Allen) e tem uma típica vida de mordomias bancada pelo marido, que é um empresário bem-sucedido. Entretanto, as negociações ilícitas das quais Hal participa são descobertas e com isso Jasmine é obrigada a realocar seu padrão de vida, tanto no pessoal quanto financeiramente. Sua irmã Ginger (Sally Hawkins) a recebe para morar temporariamente com ela, mas em uma estrutura muito menos glamurosa do que a personagem de Blanchet está acostumada. Com essas reviravoltas exibidas (em um momento cronológica, em outro de lembranças), Woody Allen transita nos entremeios do cômico e do dramático.
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A profundidade, psicológica e de personalidade, de Jasmine é constantemente apontada. Com a capacidade de casar trilha e momento, a direção do filme pontua para agregar valor aos momentos explícitos do longe de ódio, e leveza.
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Mais do que contar uma história, Woody Allen reitera a consistência (ou falta dela) dos valores que permeiam nosso meio. As inversões, e desmoralizações constantes vindas de Jasmine para Ginger, por esta não "se importar com ser pobre", e levar mais em consideração o sentimento que a estrutura material que a envolve, são levantadas com frequência.
O encerramento do longa traz para reflexão itens como o dinheiro, a verdade, e as relações em si.
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Mais do que captar e retransmitir as emoções de sua personagem com maestria, Cate Blanchet impera nesse filme que, certamente, é um daqueles para assistir mais de uma vez.
Mais que recomendado!
Beijinhos de luz.
Por: Bárbara R. Argenta
De: São Paulo - SP
Email: barbaraargenta@revistafriday.com.br
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